Vale a pena ser “verde”?: uma aplicação com dados europeus à indústria da celulose e papel

dc.contributor.advisorPalma, Catarina Roseta
dc.contributor.authorFerreira, Rui Dias
dc.date.accessioned2014-01-17T17:09:07Z
dc.date.available2014-01-17T17:09:07Z
dc.date.issued2012
dc.date.submitted2012-10por
dc.description.abstract“A filosofia diz que a poluição é um sinal de ineficiência do processo de produção e o desperdício é um custo não recuperável”, (Shrivastava & Hart, 1992). Estudos anteriores sugerem que empresas industriais com baixas emissões poluentes têm vantagens financeiras. Logo, empresas competitivas e com forte potencial de mercado apostam em melhorar as suas performances ambientais. Este tipo de estratégia vai refletir-se nos resultados financeiros destas empresas. De modo a averiguar este pressuposto utilizei uma amostra da indústria europeia da Celulose e Papel. As fontes de dados utilizadas foram a Bloomberg, para os dados financeiros, e a E-PRTR, para os dados ambientais. O presente estudo revelou que as empresas com melhores performances ambientais apresentam melhores valorizações financeiras que as empresas com piores resultados ambientais. As conclusões do estudo respondem de forma afirmativa à pergunta “Vale a pena ser ’verde’”?”.por
dc.description.abstractThe philosophy holds that pollution is a sign of inefficiency within manufacturing processes and waste is a nonrecoverable cost, (Shrivastava & Hart, 1992). Previous studies suggest that industrial companies with low pollutant emissions have financial advantages. Therefore, competitive companies with strong market potential bet on improving their environmental performance, and this type of strategy will be reflected in the financial results of these companies. To verify this assumption I used a data sample from the European Pulp and Paper Industry. The sources of data were Bloomberg, for financial data, and E-PRTR, for environmental data. This study revealed that companies with better environmental performance have better financial valuations than companies with worse environmental outcomes. The findings respond affirmatively to the question "Does it pay to be ’green’?”.por
dc.identifier.citationFerreira, R. D. (2012). Vale a pena ser “verde”?: uma aplicação com dados europeus à indústria da celulose e papel [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/6222pt-PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6222
dc.language.isoporpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectPerformance ambientalpor
dc.subjectCompetitividade -- Competitivenesspor
dc.subjectResultados financeirospor
dc.subjectEstratégiaspor
dc.subjectHipótese de porterpor
dc.subjectEnvironmental performancepor
dc.subjectFinancial resultspor
dc.subjectStrategypor
dc.subjectPorter Hypothesispor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Economia e Gestão
dc.subject.jelQ56
dc.subject.jelG17
dc.subject.jel1G Financial economics
dc.subject.jel1Q Agricultural and natural resource economics - Environmental and ecological economics
dc.titleVale a pena ser “verde”?: uma aplicação com dados europeus à indústria da celulose e papelpor
dc.typemasterThesispt-PT
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameMestrado em Economia

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