'Mas muita gente já não conta esta história': a reconfiguração das culturas operárias na Covilhã
| dc.contributor.author | Mineiro, J. | |
| dc.contributor.editor | Ana Romão, João Miguel Teixeira Lopes, Paula Abreu | |
| dc.date.accessioned | 2021-09-14T08:58:48Z | |
| dc.date.available | 2021-09-14T08:58:48Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.date.updated | 2021-09-17T09:53:50Z | |
| dc.description.abstract | O crescimento da indústria de lanifícios e a formação da classe operária desde finais do século XIX na Covilhã constituíram dois processos que marcaram de forma determinante a história do concelho. Ambos significaram transformações profundas nas relações económicas e sociais, na organização de trabalho e na formação de novas formas de estratificação social. Mas eles fizeram emergir também outros processos relevantes a que genericamente poderíamos chamar cultura operária. O mundo em que vivemos hoje é um mundo em transformação acelerada. Num tempo marcado pela desindustrialização, pela globalização económica, pela terciarização da economia, pelo alastramento do desemprego, pelas transformações no trabalho, pela individualização das relações laborais e dos modos de vida, por uma redefinição das identidade coletivas ou, como defende Castel (1998), por processos de desfiliação social decorrentes das mutações no trabalho, o que restam afinal das culturas operárias? É este o quadro geral desta pesquisa. A partir de uma pesquisa de terreno desenvolvida entre Novembro de 2012 e Junho de 2013 nos bairros de Santo António, Pinhos Mansos e nas antigas zonas operárias do Oriental de S. Martinho e Campos Melo na Covilhã, proponho uma análise das narrativas de vida de antigos operários da cidade e de novos habitantes, mais jovens e que hoje já não trabalham na indústria, procurando responder à seguinte questão: tendo em conta a desindustrialização e as transformações no trabalho, culturas operárias tendem a ser abandonadas, reproduzidas ou reconfiguradas? | por |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | |
| dc.event.date | 2015 | |
| dc.event.location | Évora | por |
| dc.event.title | 40 anos de democracia(s): progressos, contradições e prospetivas | |
| dc.event.type | Conferência | pt |
| dc.identifier.isbn | 978-989-97981-3-7 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/23146 | |
| dc.journal | Atas do VIII Congresso Português de Sociologia: 40 anos de democracia(s): progressos, contradições e prospetivas | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.pagination | 1 - 13 | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.publisher | Associação Portuguesa de Sociologia | |
| dc.relation | info:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147310/PT | |
| dc.rights | open access | |
| dc.subject | Desindustrialização | por |
| dc.subject | Cultura operária | por |
| dc.subject | Trabalho | por |
| dc.subject | Modos de vida | por |
| dc.title | 'Mas muita gente já não conta esta história': a reconfiguração das culturas operárias na Covilhã | por |
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| iscte.identifier.ciencia | https://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-41532 |
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