Consequências da conjuntura económico-social na gestão sustentável da prevenção em saúde e segurança no trabalho

dc.contributor.authorTorres-Oliveira, I.
dc.contributor.authorVeloso, A.
dc.contributor.authorValverde, C.
dc.contributor.authorLobo, F.
dc.contributor.authorCunha, L.
dc.contributor.authorRamos, S.
dc.contributor.editorBaptista, T. M., Rodrigues, F. M., Berdullas, M., Biscaia, C., Saunders, S., Neto, D. D., Lino, T. L., Espassandim, T., Fernandes, C. P., Pereira, T., e Janeiro, C.
dc.date.accessioned2021-10-08T11:32:30Z
dc.date.available2021-10-08T11:32:30Z
dc.date.issued2014
dc.date.updated2021-10-08T12:31:59Z
dc.description.abstractUm balanço feito recentemente da Estratégia 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo, revela que os desafios de 2010 não se resolveram e, em muitos aspetos, intensificaram-se. Mergulhada numa profunda crise económico-social, a Europa enfrenta hoje elevados desemprego, endividamento e pobreza, agravamento das desigualdades e, ainda que com assimetrias entre Estados-Membros, níveis pouco otimistas de produtividade (Comissão Europeia, 2014). Paralelamente, a Europa debate-se com acentuado envelhecimento da população, fruto das evoluções demográficas. Estes desafios exigem uma reflexão em torno das condições em que hoje se desenvolve o trabalho, sobre as estratégias organizacionais de prevenção em saúde/segurança. Este artigo tem como objetivo ultrapassar os múltiplos indicadores que são produzidos como consequência da crise. Interessa-nos refletir sobre a centralidade do trabalho na construção da identidade e na construção da saúde. Interessa-nos aprofundar a forma como os que trabalham realizam a sua atividade visando corresponder ao prescrito e preservar a saúde/segurança. Através de um estudo que se situa na abordagem dark side of organizations, serão exploradas as práticas de GRH, legitimadas pela busca de elevados padrões de comprometimento organizacional, revelando a exposição a uma condição de trabalhador com menor capacidade para garantir saúde/bem-estar. Dentro da tradição da Psicologia do Trabalho e da Ergonomia da Atividade, será denunciada a ineficácia da prevenção e das práticas de formação descontextualizadas, meramente centradas no sujeito, onde os coletivos não encontram espaço. Será refletido o papel do Psicólogo do Trabalho no aprofundamento das relações entre trabalho e saúde e na transformação do trabalho.por
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dc.event.date2014
dc.event.locationLisboapor
dc.event.titleIX Congresso Iberoamericano de Psicologia / 2º Congresso Ordem dos Psicólogos Portugueses
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.isbn978-989-99037-2-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/23308
dc.journalActas do IX Congresso Iberoamericano de Psicologia / 2º Congresso Ordem dos Psicólogos Portugueses
dc.language.isopor
dc.pagination1684 - 1697
dc.peerreviewedyes
dc.publisherOrdem dos Psicólogos Portugueses
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147301/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectTrabalho realpor
dc.subjectSaúdepor
dc.subjectSegurançapor
dc.subjectPrevençãopor
dc.subjectColectivopor
dc.titleConsequências da conjuntura económico-social na gestão sustentável da prevenção em saúde e segurança no trabalhopor
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iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-31879

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