Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa

dc.contributor.authorSoares, S.
dc.contributor.authorJerónimo, R.
dc.contributor.editorPintassilgo, Sónia
dc.contributor.editorAlmeida, Alexandre
dc.contributor.editorNunes, Ana Catarina
dc.contributor.editorSoares, Helena
dc.contributor.editorCorreia, Isabel
dc.contributor.editorCosta, Patrícia Dinis
dc.contributor.editorBaldi, Vania
dc.contributor.editorIsaac, David
dc.contributor.editorLage, Henrique
dc.contributor.editorSaavedra,Beatriz
dc.contributor.editorRibeiro, Gonçalo Tomé
dc.contributor.editorAlvito, Helena
dc.date.accessioned2026-03-04T11:37:59Z
dc.date.available2026-03-04T11:37:59Z
dc.date.issued2025
dc.date.updated2026-03-04T11:37:18Z
dc.description.abstractNeste capítulo, teremos como objectivo partilhar o enquadramento teórico através do qual ancoramos a nossa concepção de uma aprendizagem activa e perspectivamos que esta possa conduzir a um pensamento complexo e profundo. O Construtivismo será o cerne epistemológico proposto, com a Aprendizagem Dialógica e a Aprendizagem Situada emergindo como duas das suas ramificações. Crucialmente, enquanto o foco destas preocupações tende a ser os resultados da aprendizagem, estaremos primariamente preocupadas com o processo da aprendizagem, que acreditamos poder incorporar mais plenamente a componente de avaliação/resultados. Partiremos também do input gerado pelas duas sessões de formação para docentes que facilitámos para enriquecer as nossas reflexões sobre este tema, e especificaremos algumas práticas pedagógicas que incorporam os princípios discutidos e as orientações propostas. Tomaremos o caso particular da difusão do uso de Inteligência Artificial e de Large Language Models como o ChatGPT, que têm suscitado na educação formal receios relacionados com disseminação e apreensão de informação incorrecta ou falsa, e com a integridade do trabalho desenvolvido. A par de outros desenvolvimentos tecnológicos, como computadores e internet, não vemos a incorporação da Inteligência Artificial na educação como uma ameaça em si, mas antes como um sintoma de um problema mais profundo que torna a sua incorporação uma ameaça: a quebra no pensamento complexo (i.e., crítico e criativo). A inevitabilidade da convivência com estas tecnologias torna-se, para nós, uma oportunidade para reflectir sobre as limitações das abordagens e metodologias pedagógicas actuais e para as transformar com vista a promover uma aprendizagem realmente significativa e profunda.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.locationLisboapor
dc.identifier.citationSoares, S., & Jerónimo, R. (2025). Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa. In S. Pintassilgo, A. Almeida, C. Nunes, H. Soares, I. Correia, P. D. Costa, V. Baldi, D. Isaac, H. Lage, B. Saavedra, G. T. Ribeiro., & H. Alvito (Eds.), Novos Exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte (pp. 43-58). Iscte – Instituto Universitário de Lisboa. http://hdl.handle.net/10071/36482
dc.identifier.isbn978 989 584 117 2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/36482
dc.language.isopor
dc.pagination43 - 58
dc.peerreviewedyes
dc.publisherIscte - Instituto Universitário de Lisboa
dc.relation.ispartofNovos exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte
dc.rightsopen access
dc.subjectAprendizagem ativapor
dc.subjectAprendizagem situadapor
dc.subjectAprendizagem dialógicapor
dc.titleCo-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activapor
dc.typebookPart
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-114911

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