O que nos dizem as desigualdades educacionais sobre as outras desigualdades? Uma perspetiva comparada à escala europeia

dc.contributor.authorMartins, Susana da Cruz
dc.contributor.authorNunes, Nuno
dc.contributor.authorMauritti, Maria do Rosário
dc.contributor.authorCosta, António Firmino da
dc.date.accessioned2017-01-25T10:39:58Z
dc.date.available2017-01-25T10:39:58Z
dc.date.issued2014
dc.date.updated2017-01-25T10:36:33Z
dc.description.abstractA análise das desigualdades educacionais tem sido um tema marcado por várias abordagens já consagradas (ver entre outros, Bernstein, 1975; Boudon, 1981; Bourdieu e Passeron, 1964; Bowles, S., e H. Gintis, 1976; Coleman e outros, 1966; Duru-Bellat, 2002; Enguita, 2001; Lahire, 1995; Marks, 2005; Thélot, e Vallet, 2000). Neste trabalho partimos dessas problematizações, relacionando vários tipos de desigualdades, desenvolvendo várias possibilidades comparativas em diferentes escalas e com novos indicadores. Assim pretende-se dar um contributo para a análise das desigualdades educacionais na Europa e suas implicações no reconhecimento e explicação de outras desigualdades (na qual a equipa proponente tem já desenvolvido alguns trabalhos, nomeadamente Costa, 2012; Martins, 2012; Mauritti e Nunes, 2013). Tal perspetiva permite, ainda, tirar ilações sobre o potencial de mudança social, de justiça, de inclusão e eficácia dos sistemas educacionais. Este trabalho pretende dar conta, em primeiro lugar, da magnitude das desigualdades educacionais na Europa, no seu conjunto e na comparação entre países. Neste seguimento, procura-se confrontar a Europa com outras regiões do mundo, nomeadamente com a América Latina, numa perspetiva diacrónica relativo ao último meio século. No que respeita à focalização da análise no interior da Europa, identificam-se as zonas de maior desigualdade educacional de forma relacionada com outras caraterísticas da estrutura socioeducacional; e com outras formas de desigualdade, nomeadamente as de rendimento. Esta abordagem será potenciada por via de uma leitura que compare vários segmentos, tendo em conta variações, em cada país, sexo, classe social e gerações de europeus, permitindo complexificar uma leitura conjugada e correlacionada de desigualdades. Serão articuladas várias referências empíricas, que vão desde as produzidas no âmbito do European Social Survey, às disponibilizadas pelo Eurostat, OCDE e, ainda, dados secundários, trabalhados por equipas de investigação, que permitem comparações multi-escalares e com uma diacronia alargada.por
dc.identifier.isbn978-989-8648-40-2
dc.identifier.urihttp://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id022id1450&sum=sim
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/public/pub/id/21391
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/12387
dc.journalEntre Crise e Euforia: práticas e políticas educativas no Brasil e em Portugalen_US
dc.language.isoporpor
dc.numberen_US
dc.pagination845-868en_US
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherFLUPpor
dc.rightsembargoed accesspor
dc.subjectDesigualdades educacionaispor
dc.subjectEuropapor
dc.subjectÍndice de Gini educacionalpor
dc.subjectPerspetiva comparadapor
dc.titleO que nos dizem as desigualdades educacionais sobre as outras desigualdades? Uma perspetiva comparada à escala europeiapor
dc.typebookPartpor
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