Fazer a licenciatura a distância: percursos e impactos

dc.contributor.authorAbrantes, P.
dc.contributor.authorBackstrom, B.
dc.contributor.authorHenriques, S.
dc.contributor.authorJacquinet, M.
dc.contributor.authorNeves, C.
dc.contributor.authorMagano, O.
dc.date.accessioned2017-12-12T09:30:08Z
dc.date.available2017-12-12T09:30:08Z
dc.date.issued2016
dc.date.updated2017-12-12T09:28:29Z
dc.description.abstractCom esta comunicação, pretendemos aprofundar o conhecimento e o debate sobre os perfis dos estudantes universitários em regime de e-learning e os impactos das licenciaturas nas suas vidas sociais e laborais, tendo por referência os estudos sobre percursos no ensino superior e transição para o mercado laboral. Em vez de presumir uma homogeneidade, pretende-se analisar se estes percursos divergem entre áreas científicas/profissionais. A comunicação irá basear-se nos resultados de um questionário lançado, em 2015, a todos os estudantes que concluíram a licenciatura na Universidade Aberta, nos anos de 2011, 2012 e 2013 (universo=1691; taxa de resposta=31%). A análise dos dados inclui um conjunto de procedimentos estatísticos, privilegiando, nesta comunicação, as comparações dos resultados entre áreas formativas, ao nível do perfil sociodemográfico e dos impactos da licenciatura na vida social e profissional. Como resultados mais expressivos, podemos sublinhar que a larga maioria dos estudantes da UAb trabalha a tempo inteiro e tem entre os 30 e os 50 anos, divergindo das universidades presenciais. Passados cerca de 3 anos do final da licenciatura, cerca de 25% conheceu processos de mobilidade social ascendente, sendo que este valor varia pouco entre licenciaturas. Porém, observam-se variações entre áreas formativas noutros iténs. Na área das ciências sociais, muitos estudantes reconhecem que o aprofundamento cultural e cívico foi a razão central para a frequência. E em cursos como educação, os estudantes revelam-se satisfeitos com as competências desenvolvidas e com os impactos noutras esferas da vida. Por seu lado, em cursos como gestão ou informática, havia à partida uma motivação mais instrumental, sendo os impactos culturais e cívicos menos evidentes. Com base nestes dados, concluímos que a opção pelo ensino superior a distância em Portugal resulta, sobretudo, do facto de as pessoas trabalharem a tempo inteiro e terem responsabilidades familiares. Esta situação varia pouco entre áreas formativas. Contudo, o perfil dos estudantes e os impactos da licenciatura apresentam variações significativas, em linha com o observado sobre estudantes no ensino superior presencial.por
dc.event.titleXIII Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE)por
dc.event.typeConferênciapor
dc.identifier.isbn978-989-96261-6-4
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-41528
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/14747
dc.journalCongresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE)en_US
dc.language.isoporpor
dc.pagination1543-1552por
dc.peerreviewedyespor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherSociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE)por
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147300/PTpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectEducação superiorpor
dc.subjectTrajetóriaspor
dc.subjectE-learningpor
dc.subjectEstudantespor
dc.subjectUniversidadepor
dc.subjectTrabalhopor
dc.titleFazer a licenciatura a distância: percursos e impactospor
dc.typeconferenceObjecten_US
dc.volume13en_US
degois.publication.firstPage1543por
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degois.publication.titleCongresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE)por
dspace.entity.typePublicationen

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