A "Crise Braçal" de 1875 em S. Tomé. Os Comportamentos dos Agentes Sociais

dc.contributor.authorNascimento, Augusto
dc.date.accessioned2015-08-31T13:42:00Z
dc.date.available2015-08-31T13:42:00Z
dc.date.issued1992
dc.description.abstractA partir de meados de oitocentos criaram-se as plantações com o recurso a escravos, Importados /licitamente do Gabão, e a libertos de Angola. Dado o crescimento económico baseado no aumento da Importação de mão-de-obra. o fim da escravatura, aprazado para 1878, suscitou Interrogações: para uns, o fim do trabalho obrigatório (ou do período de vigência do estatuto de liberto inciado em 1869) anularia o ressurgimento económico. Para outros, vingaria o trabalho livre sem prejuízo das "legítimas riquezas". Os comportamentos dos diferentes agentes sociais durante a "crise braçal" provocada pela antecipação constituem o objecto deste texto alicerçado na documentação do AHU, do AHSTP. e na correspondência de Francisco Mantero, gerente dos bens de Francisco de Assis Belard, seu tio e um dos pioneiros das culturas de exportação.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.issn0254-1106por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/9655
dc.journalRevista Crítica de Ciências Sociaispor
dc.language.isoporpor
dc.number34por
dc.pagination317-329por
dc.peerreviewedSimpor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherCES-UCpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSão Tomépor
dc.subjectEscravaturapor
dc.subjectMão-de-obrapor
dc.subjectLiberdadepor
dc.titleA "Crise Braçal" de 1875 em S. Tomé. Os Comportamentos dos Agentes Sociaispor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage317por
degois.publication.lastPage329por
degois.publication.locationCoimbrapor
degois.publication.titleRevista Crítica de Ciências Sociaispor
dspace.entity.typePublicationen

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