Desafios BIM na implementação do plano geral de drenagem de Lisboa

dc.contributor.authorGomes, T. A.
dc.contributor.authorVieira, G. D.
dc.contributor.authorRibeirinho, L.
dc.contributor.authorResende, R. P.
dc.contributor.authorHipólito, A.
dc.contributor.authorRocha, F.
dc.contributor.editorAzenha, M., Lino, J. C., Granja, J., Figueiredo, B., e Martins, J. P.
dc.date.accessioned2022-07-12T09:36:58Z
dc.date.available2022-07-12T09:36:58Z
dc.date.issued2022
dc.date.updated2022-07-12T10:20:14Z
dc.description.abstractCom a finalidade de mitigar as consequências provocadas pelas graves inundações que têm fustigado Lisboa devido a eventos pluviais extremos, a Câmara Municipal de Lisboa promoveu a sua maior obra dos últimos 100 anos, a empreitada de execução dos túneis de drenagem da cidade de Lisboa e intervenções associadas. Sendo uma obra geotécnica complexa e audaciosa, projetada para um período de vida útil mínimo de 100 anos, não poderia deixar de acompanhar as melhores práticas internacionais e, como tal, está a ser desenvolvida com recurso à metodologia BIM. O concurso público foi preparado tendo em conta que o projeto de execução seria desenvolvido pelo adjudicatário, no regime usualmente conhecido de conceção‑construção, e deste modo o projeto está a ser realizado com o apoio de uma equipa experiente em obras geotécnicas e sistemas de informação, constituída pelo empreiteiro (Mota‑Engil e Spie Batignolles) e o projetista (LCW, AQUALOGUS, Spie Batignolles e SUEZ), contando com o apoio da fiscalização (TPF – CONSULTORES DE ENGENHARIA E ARQUITETURA, S.A.) e do Dono de Obra (EPPGDL/CML) e seus consultores (Iscte – Instituto Universitário de Lisboa). Para retirar a máxima potencialidade desta metodologia, o projeto e os modelos têm evoluído significativamente, facto que só é possível devido à enorme colaboração entre todos os intervenientes, coadunando‑se assim com a metodologia adotada. Com uma flexibilidade e evolução próprias de uma metodologia que, em Portugal, ainda se encontra numa fase de implementação e expansão, regista‑se já um avanço significativo em relação às práticas usuais, que culminará no objetivo final de apoiar a manutenção do sistema de drenagem em fase de operação. Durante o processo de preparação e construção esta metodologia permitirá definir e gerir os fluxos de comunicação e informação, assegurar a qualidade, apoiar o planeamento da obra e assegurar que a informação relevante é armazenada no cadastro tridimensional da obra. O artigo irá abordar os desafios com que a equipa se deparou até ao momento (fase final da conceção) para que os usos mencionados sejam possíveis.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.date2022
dc.event.locationBragapor
dc.event.title4º Congresso Português de Building Information Modelling - ptBIM
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.doi10.21814/uminho.ed.32.27
dc.identifier.isbn978‑989 ‑8974‑68 ‑6
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/25775
dc.language.isopor
dc.pagination323 - 334
dc.peerreviewedyes
dc.publisherUMinho Editora
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UIDB%2F04466%2F2020/PT
dc.relation.ispartof4º Congresso Português de Building Information Modelling - ptBIM
dc.rightsopen access
dc.titleDesafios BIM na implementação do plano geral de drenagem de Lisboapor
dc.typeconferenceObject
dc.volume1
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-89542
iscte.subject.odsIndústria, inovação e infraestruturaspor
iscte.subject.odsCidades e comunidades sustentáveispor
iscte.subject.odsAção climáticapor

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