Kriolu na direitu di língua i di sidadania na saúde

dc.contributor.authorMatias, A.R.
dc.contributor.editorRenato Miguel do Carmo
dc.contributor.editorInês Tavares
dc.contributor.editorAna Filipa Cândido
dc.date.accessioned2023-02-07T10:04:01Z
dc.date.available2023-02-07T10:04:01Z
dc.date.issued2022
dc.date.updated2023-02-07T10:00:47Z
dc.description.abstractEste texto propõe uma reflexão sobre as hierarquias linguísticas existentes na sociedade portuguesa, discutindo a necessidade de criação de espaços e ferramentas que nos permitam pensar nas línguas socialmente marginalizadas presentes no território português. Pretende-se, deste modo, fornecer elementos que nos permitam desconstruir uma visão generalizada da sociedade portuguesa como monocultural e monolingue, por contraste à sua efetiva realidade multicultural e multilingue. Consequentemente, procurar-se-á abordar a diversidade linguística enquanto recurso fundamental no combate às desigualdades e ferramenta de inclusão, por contraste a abordagens que concebem essa diversidade enquanto um problema ou défice a colmatar. Propõe-se, deste modo, desnaturalizar a ideia de que existem categorias linguísticas objetivamente padronizadas e exclusivamente adequadas no exercício de cidadania, incluindo na comunicação e no acesso a políticas públicas. A presente discussão centra-se no caso da língua cabo-verdiana, provavelmente a língua mais falada em Portugal a seguir ao português e à língua gestual portuguesa. Enquanto língua de origem africana e migrante, desde a sua génese que tem sido marcada por processos de menorização social e política, com impacto na vida dos seus falantes. Ainda hoje essa marginalização se reflecte na ausência desta língua em políticas públicas determinantes, nomeadamente na saúde, ao mesmo tempo que nas margens se tornou um elemento identitário distintivo no combate a essa mesma marginalização social e política. Neste sentido, este texto pretende relembrar especificamente que as desigualdades sociais no acesso à saúde são também desigualdades sociolinguísticas e étnico-raciais.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.locationLisboapor
dc.identifier.citationMatias, A.R. (2022.). Kriolu na direitu di língua i di sidadania na saúde. EM Renato Miguel do Carmo, Inês Tavares, Ana Filipa Cândido (Eds.). Que futuro para a igualdade?: pensar a sociedade e o pós-pandemia (pp.158-177). Observatório das Desigualdades, CIES-Iscte. 10.15847/CIESOD2020futuroigualdade
dc.identifier.isbn978-972-8048-72-3
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/27762
dc.language.isopor
dc.pagination158 - 177
dc.peerreviewedyes
dc.publisherObservatório das Desigualdades, CIES-Iscte
dc.relation.ispartofQue futuro para a igualdade?: pensar a sociedade e o pós-pandemia
dc.rightsopen access
dc.titleKriolu na direitu di língua i di sidadania na saúdepor
dc.typebookPart
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-91718

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