Espírito anti-corrupção

dc.contributor.authorDores, António Pedro
dc.date.accessioned2013-11-29T18:13:20Z
dc.date.available2013-11-29T18:13:20Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractA corrupção é um mal sempre presente. Ou melhor, quando ultrapassa certos patamares – quantitativos e qualitativos – torna-se insuportável, mas de nada adianta pretender erradicá-lo das sociedades. Como diria Durkheim, a corrupção, como o crime em geral, é manifestação de criatividade, inovação, sem a qual as sociedades estão inertes. Uma perspectiva moralista da corrupção pode ser contraproducente. Mas, então, como olhar a corrupção no intuito da sua contenção em limites aceitáveis? Os dados do inquérito mostram como a sociedade portuguesa procura respostas para esta pergunta. Mobilizando uma perspectiva teórica específica – a teoria dos estados de espírito – uma metodologia estatística multivariada qualitativa – a análise de correspondências – foi possível encontrar o quadro ideológico em que se desenvolvem, em Portugal, o espírito anti-corrupção: inconformista, anti-neo-liberal, distinto das tendências securitárias, entende-se principalmente como contra-poder do Estado, mas também do mundo dos negócios e da Igreja.por
dc.identifier.isbn978-989-95786-3-0
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6057
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedSimpor
dc.publisherRui Costa Pinto Ediçõespor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectcorrupçãopor
dc.subjectcrimepor
dc.subjectestado de espíritopor
dc.titleEspírito anti-corrupçãopor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage161por
degois.publication.lastPage194por
degois.publication.titleCorrupção e Ética em Democracia: O Caso de Portugalpor
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