Idadismo: Discriminação em programas de reskilling entre setores de alta intensidade tecnológica e não tecnológicos
| dc.contributor.advisor | Sousa, Inês Carneiro e | |
| dc.contributor.advisor | Rosa, Miriam Cláudia Henriques de Almeida | |
| dc.contributor.author | Silva, Margarida Santos | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-19T12:18:25Z | |
| dc.date.embargo | 2027-12-12 | |
| dc.date.issued | 2025-12-12 | |
| dc.date.submitted | 2025-10 | |
| dc.description.abstract | A presente dissertação investiga o impacto dos estereótipos etários prescritivos nas perceções de justiça organizacional e distributiva no contexto do reskilling laboral, analisando como a idade de um trabalhador e o tipo de setor em que este trabalha (tecnológico vs. não tecnológico) influenciam essas avaliações. O estudo baseia-se no Modelo dos Conteúdos dos Estereótipos (SCM) e nos estereótipos prescritivos de Vitalidade-Inovação sobre os mais jovens e de Sucessão, sobre os mais velhos Foi conduzido um estudo experimental between subjects 2x2 com 82 participantes, que avaliaram um cenário fictício envolvendo um trabalhador (“João”) jovem (26 anos) ou mais velho (53 anos) excluído de uma nova função após um programa de reskilling. As análises multivariadas não revelaram efeitos estatisticamente significativos da idade ou do setor nas perceções de justiça. Contudo, observou-se que participantes com maior concordância com estereótipos prescritivos tenderam a concordar mais com as decisões da chefia. Embora as hipóteses não tenham sido plenamente confirmadas, os resultados verificaram que quanto maior a concordância dos participantes com estereótipos prescritivos, maior a tendência para considerarem justas decisões que desfavorecem trabalhadores que não correspondem a essas expectativas. Conclui-se que tanto trabalhadores jovens como mais velhos podem ser alvo de avaliações enviesadas quando não correspondem às expectativas, reforçando a importância de uma gestão de recursos humanos consciente e inclusiva. O estudo contribui teoricamente para a compreensão do idadismo prescritivo e, em termos práticos e sociais, sublinha a importância de promover culturas organizacionais inclusivas e programas de formação equitativos, alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. | |
| dc.description.abstract | This dissertation investigates the impact of prescriptive age stereotypes on perceptions of organizational and distributive justice in the context of workplace reskilling, analysing how a worker’s age and the type of sector in which they work (technological vs. non-technological) influence these evaluations. The study is based on the Stereotype Content Model (SCM) and on the prescriptive stereotypes of Vitality-Innovation (associated with younger workers) and Succession (associated with older workers). A 2x2 between-subjects experimental study was conducted with 82 participants, who evaluated a fictional scenario involving a worker (“João”) — either young (26 years old) or older (53 years old) — excluded from a new position after completing a reskilling program. Multivariate analyses did not reveal statistically significant effects of age or sector on justice perceptions. However, participants who expressed greater agreement with prescriptive stereotypes tended to show higher levels of agreement with the manager’s decision. Although the initial hypotheses were not fully confirmed, results indicated that stronger endorsement of prescriptive stereotypes increased the tendency to perceive as fair decisions that disadvantage workers who do not conform to age-related expectations. It is concluded that both younger and older workers may be subject to biased evaluations when they deviate from socially expected behaviors, highlighting the importance of conscious and inclusive human resource management. The study contributes theoretically to the understanding of prescriptive ageism and, at a practical and social level, emphasizes the need to promote inclusive organizational cultures and equitable training programs aligned with the Sustainable Development Goals. | |
| dc.identifier.citation | Silva, M. S. (2025). Idadismo: Discriminação em programas de reskilling entre setores de alta intensidade tecnológica e não tecnológicos [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/37500 | |
| dc.identifier.tid | 204135583 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10071/37500 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.rights | restricted access | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
| dc.subject | Idadismo -- Ageism | |
| dc.subject | Reskilling | |
| dc.subject | Estereótipos prescritivos | |
| dc.subject | Justiça organizacional | |
| dc.subject | Prescriptive stereotypes | |
| dc.subject | Organizational justice | |
| dc.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | |
| dc.title | Idadismo: Discriminação em programas de reskilling entre setores de alta intensidade tecnológica e não tecnológicos | |
| dc.type | masterThesis | pt-PT |
| dspace.entity.type | Publication | |
| iscte.subject.ods | Educação de qualidade | |
| iscte.subject.ods | Trabalho digno e crescimento económico | |
| iscte.subject.ods | Reduzir as desigualdades | |
| thesis.degree.department | Departamento de Psicologia Social e das Organizações | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia Social e das Organizações |
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