Lived experiences of child protection social workers in a conflict-embedded minority context: A feminist phenomenological study of Arab Israeli practitioners

dc.contributor.advisorKuzmickaitė, Daiva Kristina
dc.contributor.authorModleg, Rema
dc.date.accessioned2026-09-04T08:36:09Z
dc.date.embargo2027-06-08
dc.date.issued2026-06-08
dc.date.submitted2026-05
dc.description.abstractChild Protection work is consistently described to be one of the hardest and most emotionally challenging areas of social work and child welfare practice, this becomes particularly more challenging when in a conservative close-knit community like the Arab community, it also receives another face when it’s practiced under the Israeli child protection framework. The aim of this research is to gain a deeper understanding of the experiences of child protection social workers and to explore the interplay of cultural, political, and professional factors in shaping these experiences. The study uses a qualitative design and is philosophically and methodologically guided by feminist phenomenology. Data collection and analysis will follow the principles of Interpretive Phenomenological Analysis (IPA) purposive sampling was used to select Arab Youth Law social workers. Data was collected through semi-structured interviews; 4 interviews were held remotely via Zoom and 3 via phone calls. The findings reveal that Palestinian social workers experience child protection practice as emotionally demanding and lacking boundaries, with high levels of responsibility, burnout, and moral pressure, while still finding strong meaning and professional fulfilment in their work. The study also shows that practice is shaped by broader political and cultural contexts, including mistrust toward state institutions, exposure to violence, tensions with police involvement, and the challenge of navigating Western child protection frameworks within Palestinian Arab cultural and gender norms. The study highlights how important it is to understand child protection work within its wider cultural and political context, rather than only through professional frameworks, and emphasizes the need for greater institutional support and culturally sensitive approaches in child protection practice and policy.
dc.description.abstractO trabalho de proteção à criança é frequentemente descrito como uma das áreas mais difíceis e emocionalmente desafiadoras do serviço social e da prática de bem-estar infantil; esse desafio é ainda maior quando ocorre em comunidades conservadoras e muito coesas, como a comunidade árabe, e assume uma dimensão adicional ao ser realizado sob a estrutura israelense de proteção à criança. O objetivo desta pesquisa é compreender mais profundamente as experiências de assistentes sociais que atuam na proteção à criança e explorar a interação entre fatores culturais, políticos e profissionais na configuração dessas experiências. O estudo adota uma abordagem qualitativa, orientada filosófica e metodologicamente pela fenomenologia feminista. A coleta e a análise de dados seguem os princípios da Análise Fenomenológica Interpretativa (IPA), utilizando-se uma amostragem intencional para selecionar assistentes sociais que atuam com a legislação voltada para jovens árabes. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas: quatro foram realizadas remotamente via Zoom e três por telefone. Os resultados revelam que os assistentes sociais palestinos vivenciam a prática de proteção à criança como uma atividade emocionalmente exigente e marcada pela ausência de limites claros, envolvendo altos níveis de responsabilidade, esgotamento profissional (*burnout*) e pressão moral, ao mesmo tempo em que encontram um forte sentido e realização profissional em seu trabalho. O estudo também demonstra que a prática é moldada por contextos políticos e culturais mais amplos, incluindo a desconfiança em relação às instituições estatais, a exposição à violência, as tensões decorrentes da atuação policial e o desafio de conciliar as estruturas ocidentais de proteção à criança com as normas culturais e de gênero da sociedade árabe palestina. A pesquisa destaca a importância de compreender o trabalho de proteção à criança dentro de seu contexto cultural e político mais amplo, em vez de analisá-lo apenas sob a ótica de estruturas profissionais, e enfatiza a necessidade de maior apoio institucional e de abordagens culturalmente sensíveis nas políticas e práticas de proteção à criança.
dc.identifier.citationModleg, R. (2026). Lived experiences of child protection social workers in a conflict-embedded minority context: A feminist phenomenological study of Arab Israeli practitioners [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/38408
dc.identifier.tid204314542
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10071/38408
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.rightsrestricted access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectCriança -- Child
dc.subjectServiço social -- Social work
dc.subjectConflito israelo-palestiniano -- Israeli-palestinian conflict
dc.subjectAssistente social -- Social worker
dc.subjectEducação infantil -- Child education
dc.subject.fosCiências Sociais::Sociologia
dc.titleLived experiences of child protection social workers in a conflict-embedded minority context: A feminist phenomenological study of Arab Israeli practitioners
dc.typemasterThesispt-PT
dspace.entity.typePublication
iscte.subject.odsErradicar a pobreza
iscte.subject.odsIgualdade de género
iscte.subject.odsReduzir as desigualdades
thesis.degree.departmentDepartamento de Sociologia
thesis.degree.nameMestrado em Erasmus Mundus em Serviço Social com Crianças e Jovens

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