Da criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)

dc.contributor.authorRodrigues, L. N.
dc.date.accessioned2018-01-19T09:58:09Z
dc.date.available2018-01-19T09:58:09Z
dc.date.issued2006
dc.date.updated2018-01-19T09:57:43Z
dc.description.abstractEste artigo aborda a relação entre Portugal e a UNESCO, desde a fundação deste organismo até à adesão portuguesa em 1965. Numa primeira parte veremos como o Governo de Salazar chegou a ponderar um eventual pedido de adesão à UNESCO como compensação pelo desaire representado pelo veto soviético à participação portuguesa na ONU, e examinaremos as razões que o levaram a desistir dessa hipótese. De seguida mostraremos como a firme resistência de Lisboa a qualquer espécie de interferência externa nas suas questões ultramarinas contribuiu para retardar a adesão de Portugal à UNESCO até 1965, dez anos após o ingresso do país na ONU, e de como a eclosão da guerra colonial na África portuguesa tornou ainda mais tensos os contactos do Estado Novo com esse organismo internacional.por
dc.distributionInternacionalpor
dc.identifier.issn1645-9199por
dc.identifier.urihttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-13039
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/14987
dc.journalRelações Internacionaispor
dc.language.isoporpor
dc.number12por
dc.pagination167-181por
dc.peerreviewedyespor
dc.publicationstatusPublicadopor
dc.publisherIPRI-UNL/Tinta da Chinapor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleDa criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)por
dc.typearticleen_US
degois.publication.firstPage167por
degois.publication.issue12por
degois.publication.lastPage181por
degois.publication.titleRelações Internacionaispor
dspace.entity.typePublicationen

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