E porque é que não pomos os putos a trabalhar?

dc.contributor.authorDores, António Pedro
dc.date.accessioned2008-12-23T11:21:35Z
dc.date.available2008-12-23T11:21:35Z
dc.date.issued1996
dc.description.abstractIdentificam-se tendências de mudança, nos campos escolar e laboral, em particular aquelas que, de um lado e de outro, apontam para a formação contínua dos trabalhadores e a prestação de serviços pelas escolas às comunidades, i.e., aquelas que militam para aproximar os espaços institucionais educativos e económicos. Questionam-se dificuldades epistemológicas e institucionais de relacionamento directo entre os mundos do trabalho e da escola. O estudo sustenta-se numa análise institucional, tendo em conta os diferentes hábitos, espaços, tempos e referências morais e políticas da escola e do trabalho. O exercício aqui apresentado centra-se na escola. Noutro texto, com o mesmo título, a publicar, centramo-nos no trabalho.pt-PT
dc.distributionInternacionalpt-PT
dc.format.extent300883 bytes
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.identifier.citationDores, A. P. (1996). E porque é que não pomos os putos a trabalhar?. Sociologia, Problemas e Práticas, (19), 109-125. http://hdl.handle.net/10071/1049pt-PT
dc.identifier.issn0873-6529pt-PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/1049
dc.language.isoporpt-PT
dc.number19pt-PT
dc.pagination109-125pt-PT
dc.peerreviewedSimpt-PT
dc.publicationstatusPublicadopt-PT
dc.publisherCIES-ISCTE / CELTApt-PT
dc.rightsopen accesspt-PT
dc.subjectEscolapt-PT
dc.subjectInstituição escolarpt-PT
dc.subjectMudançapt-PT
dc.titleE porque é que não pomos os putos a trabalhar?pt-PT
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen
iscte.journalSociologia, Problemas e Práticaspt-PT

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