O burnout em contexto de teletrabalho: Uma questão meramente psicológica?

dc.contributor.authorSousa, I. C.
dc.contributor.authorRamos, S.
dc.contributor.editorAna Paula Gato
dc.contributor.editorAndreia Ferreri Cerqueira
dc.contributor.editorEdgar Canais
dc.contributor.editorJosé Rebelo
dc.contributor.editorSandrina B. Moreira
dc.contributor.editorVictor Barbosa
dc.date.accessioned2024-07-18T08:11:48Z
dc.date.available2024-07-18T08:11:48Z
dc.date.issued2023
dc.date.updated2024-07-18T09:10:25Z
dc.description.abstractOs tempos de grande incerteza e complexidade desencadeados pela pandemia de COVID-19 continuam a representar um enorme desafio para a sociedade, as organizações e os indivíduos. Em particular, a necessidade de uma rápida adaptação do trabalho às limitações impostas pelo confinamento contribuiu para a adoção massiva do teletrabalho, que se tornou, posteriormente, um regime de trabalho mais prevalente na União Europeia. Desta forma, a atenção de académicos e práticos focou-se, nos últimos dois anos, na análise dos antecedentes e consequências do teletrabalho. No entanto, os estudos sobre as condições ergonómicas, físicas e dos equipamentos do local de teletrabalho – uma das dimensões da qualidade do teletrabalho – são ainda escassos. O objetivo deste estudo é descrever as condições do posto de teletrabalho e analisar a sua relação com o burnout, especificamente com a exaustão emocional. Uma amostra de 896 teletrabalhadores respondeu a um questionário online entre janeiro e fevereiro de 2022. Os resultados sugerem que, em média, os teletrabalhadores consideram o seu posto de trabalho remoto limpo, livre de riscos para a saúde e com a tecnologia de que necessitam. A evidência empírica sugere ainda que a qualidade do teletrabalho percebida influencia negativamente a exaustão emocional dos teletrabalhadores. A implementação bem-sucedida do regime de teletrabalho, e sem prejuízo da saúde mental do teletrabalhador, implica, assim, que os indivíduos experienciem as condições adequadas no seu espaço de trabalho fora das instalações da organização.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.event.date2023
dc.event.locationSetubalpor
dc.event.titleV Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.citationSousa, I. C., & Ramos, S. (2023). O burnout em contexto de teletrabalho: Uma questão meramente psicológica?. In A. P. Gato, A. F. Cerqueira, E. Canais, J. Rebelo, S. B. Moreira, & V. Barbosa (Eds.). Atas do V Seminário internacional vulnerabilidades sociais e saúde “trabalho, saúde mental e integração social: Vulnerabilidades e transições em tempos de incerteza (pp. 138-151). Instituto Politécnico de Setúbal. http://hdl.handle.net/10071/32050
dc.identifier.isbn978-989-35377-0-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/32050
dc.language.isopor
dc.pagination138 - 151
dc.peerreviewedyes
dc.publisherInstituto Politécnico de Setúbal
dc.relation.ispartofAtas do V Seminário internacional vulnerabilidades sociais e saúde “trabalho, saúde mental e integração social: Vulnerabilidades e transições em tempos de incerteza
dc.rightsopen access
dc.subjectTeletrabalho -- Teleworkingpor
dc.subjectSíndrome de burnout -- Burnout syndromepor
dc.subjectQualidade do teletrabalhopor
dc.subjectExaustão emocionalpor
dc.titleO burnout em contexto de teletrabalho: Uma questão meramente psicológica?por
dc.typeconferenceObject
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-104562

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