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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/5720</link>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:47:59 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-13T15:47:59Z</dc:date>
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      <title>As eleições Europeias de 2019 na Europa do Sul: Análise das especificidades intrarregionais</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/35327</link>
      <description>Título próprio: As eleições Europeias de 2019 na Europa do Sul: Análise das especificidades intrarregionais
Autoria: Santana Pereira, J.; Nina, S. R.; Rezende-Matias, A.
Resumo: No fim da primavera de 2019, os cidadãos da União Europeia (ue) foram chamados às urnas para eleger os seus representantes nacionais no Parlamento Europeu (pe). Em nove dos 28 Estados-Membros, estas foram as nonas eleições diretas em que os cidadãos participaram. O apelo à participação (materializado, por exemplo, na campanha «Desta Vez Eu Voto»)1 foi aparentemente mais bem-sucedido que em 2014, com a taxa de abstenção média a situar-se abaixo dos 50%, sendo oito pontos percentuais inferior à da&#xD;
eleição anterior. Os resultados ditaram um menor peso dos dois principais grupos parlamentares europeus, Partido Popular Europeu e Socialistas e Democratas (menos 9% dos assentos vis-à-vis 2014)2, e permitiram vislumbrar uma considerável variação nacional e regional nos padrões de voto.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/35327</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ideias de pesquisa: Refugiados em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/34778</link>
      <description>Título próprio: Ideias de pesquisa: Refugiados em Portugal
Editor: Entradas, M.; Lima, M. J.; Cipriano, G.
Resumo: Este volume é o primeiro da série ‘Ideias de Pesquisa’ em Serviço Social. É uma seleção de trabalhos empíricos realizados no ano letivo de 2022-2023. O projeto resulta da intenção de compilar ideias de pesquisa desenvolvidas ao longo do semestre por alunos da Licenciatura em Serviço Social (SS) do Iscte, no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Métodos e Técnicas de Investigação em Ciências Sociais (MTICS). O projeto deve ser visto como um esforço dos alunos no desenvolvimento e conceção de um projeto de investigação, passível, contudo de melhorias, e não como projetos completos e finais, prontos a serem implementados. Pretende-se assim, que estes trabalhos serviam de orientação para futuros projetos e alunos, mas também para dar a conhecer à comunidade Iscte, o trabalho dos nossos alunos nesta UC, e as suas ‘ideias de pesquisa’, no âmbito do serviço social.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/34778</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>What’s next?: Quatro tendências a considerar para o futuro da desinformação</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/31388</link>
      <description>Título próprio: What’s next?: Quatro tendências a considerar para o futuro da desinformação
Autoria: Narciso, I.
Editor: Gonçalo Marcelo; Pedro Matos Pereira; Ana Sanchez; Mara de Sousa Freitas
Resumo: O Seminário de Jovens Cientistas da Academia das Ciências de Lisboa lançou o livro “Como Dialogar Com Quem Não Quer Ouvir?”, uma compilação de textos que abordam temáticas como a polarização política, desinformação e confiança na ciência.&#xD;
Esta coletânea de reflexões interdisciplinares de filósofos, cientistas das ciências naturais e sociais, jornalistas e comunicadores de ciência, discute fenómenos como a crise da democracia, notícias falsas, teorias da conspiração e crenças associadas ao negacionismo da ciência.&#xD;
São propostas abordagens e soluções para estes problemas, destacando a importância da divulgação científica e do desenvolvimento de estratégias para mitigar a desinformação.&#xD;
“Como Dialogar Com Quem Não Quer Ouvir?” é uma obra relevante para investigadores, comunicadores de ciência, jornalistas e interessados em combater a desinformação e promover um diálogo construtivo na sociedade.&#xD;
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Editada por Gonçalo Marcelo, Pedro Matos Pereira, Ana Sanchez e Mara de Sousa Freitas, a obra conta com contribuições de Michel Renaud (prefácio), Renato Janine Ribeiro, Richard Kearney, Nelson Ferreira, Carlos Fiolhais, Ana Delicado, Vera Novais, Inês Narciso, Joana Gonçalves-Sá e Cristina Mendonça, e Maria Manuela Chaves (posfácio).</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/31388</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O impacto da CRESAP no perfil da elite administrativa portuguesa: 2020 vs 2000</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/31302</link>
      <description>Título próprio: O impacto da CRESAP no perfil da elite administrativa portuguesa: 2020 vs 2000
Autoria: Nunes, F.
Resumo: Este artigo mostra-nos um quadro de grande continuidade nos perfis dos dirigentes do Estado, praticamente imune às recentes mudanças nos métodos de recrutamento. Independentemente dessas mudanças, a elite administrativa portuguesa segue um padrão de envelhecimento e continua a ser recrutada essencialmente no interior da administração pública, e frequentemente dentro do próprio ministério onde exerce funções. As variações que existem dizem respeito à antiguidade de determinados ministérios ou de carreiras específicas. Não significa isto obviamente que entre 2000 e 2020 nada tenha mudado no perfil da elite administrativa portuguesa. Simplesmente essas mudanças parecem estar menos associadas aos novos métodos de recrutamento do que a dinâmicas que lhes são anteriores ou exteriores.; This article shows us a picture of great continuity in the profiles of top officials, practically immune to recent changes in recruitment methods. Regardless of these changes, the Portuguese administrative elite follows a pattern of ageing and continues to be recruited essentially within the public administration, and often within the ministry where those management functions are exercised. The variations that exist relate to the seniority of certain ministries or the statute of specific careers. This obviously does not mean that between 2000 and 2020 nothing has changed in the profile of the Portuguese administrative elite. These changes simply seem to be less associated with new recruitment methods than with dynamics that precede or are external to them.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/31302</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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