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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/565</link>
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    <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:14:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-14T18:14:29Z</dc:date>
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      <title>Descolonizar a inteligência artificial: Um projeto expositivo virtual e em instalação performativa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/36476</link>
      <description>Título próprio: Descolonizar a inteligência artificial: Um projeto expositivo virtual e em instalação performativa
Autoria: Campos, M.; Oliveira, L.; Raposo, P.
Editor: Pintassilgo, Sónia; Almeida, Alexandre; Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi,  Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé
Resumo: Partindo de uma experiência pedagógica em ambiente universitário discutimos a necessidade de descolonizar a inteligência artificial (IA), abordando&#xD;
as desigualdades e os preconceitos embutidos nos sistemas algorítmicos.&#xD;
O projeto desenvolveu‑se no âmbito de uma Unidade Curricular da Licenciatura&#xD;
em Antropologia do Iscte – Colonialismo, Pós‑colonialismo e Antropologia.&#xD;
A constatação de que a IA reflete e reforça estruturas coloniais de poder, per‑&#xD;
petuando discriminações raciais, sociais e culturais, exige uma intervenção&#xD;
descolonizadora. Os modelos de IA são treinados com dados predominan‑&#xD;
temente ocidentais, o que marginaliza outras perspetivas e reproduz visões&#xD;
hegemônicas. O texto defende uma IA que respeite a pluralidade cultural, pro‑&#xD;
movendo justiça social e tecnológica. Para descolonizar a IA, é necessário ado‑&#xD;
tar uma abordagem mais inclusiva e ética, ampliando a diversidade na coleta&#xD;
de dados e no desenvolvimento tecnológico. Também é essencial garantir&#xD;
transparência nos algoritmos e estimular regulações que combatam vieses&#xD;
discriminatórios. Neste projeto de experimentação em IA com uma vertente&#xD;
expositiva, os/as estudantes participarão ativamente do projeto pedagógico&#xD;
por meio de diversas atividades práticas e teóricas, que incentivam a refle‑&#xD;
xão crítica e a aplicação dos conhecimentos adquiridos; irão estudar como os&#xD;
algoritmos de IA funcionam, identificando possíveis vieses discriminatórios;&#xD;
apoiarão no desenvolvimento de um projeto de IA mais inclusivo e ético na&#xD;
construção de biografias de pessoas racializadas. O objetivo é que os/as estu‑&#xD;
dantes não apenas compreendam a IA de um ponto de vista técnico, mas tam‑&#xD;
bém desenvolvam uma visão crítica e ativa, ajudando a criar tecnologias mais&#xD;
inclusivas e socialmente responsáveis.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/36476</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ensino de gestão urbana: Práticas e estratégias pedagógicas na formação de arquitetos</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/36464</link>
      <description>Título próprio: Ensino de gestão urbana: Práticas e estratégias pedagógicas na formação de arquitetos
Autoria: Correia, R. M.
Editor: Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi, Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito,Helena
Resumo: 251&#xD;
RESUMO&#xD;
O presente artigo descreve uma abordagem para o ensino da disciplina de&#xD;
Gestão Urbana no contexto do Mestrado Integrado em Arquitetura do Iscte&#xD;
– Instituto Universitário de Lisboa. A proposta parte do reconhecimento de&#xD;
que as dinâmicas urbanas contemporâneas, intensificadas por plataformas&#xD;
digitais e mudanças socioeconómicas, requerem novas competências pro‑&#xD;
fissionais. O modelo de ensino adotado integra metodologias ativas, análise&#xD;
espacial com recurso a Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e desenvol‑&#xD;
vimento de projetos colaborativos. O artigo apresenta a estrutura modular da&#xD;
disciplina e discute as metodologias de ensino ativas que promovem a inte‑&#xD;
gração entre teoria e prática considerando cinco estratégias baseadas nos&#xD;
onze conteúdos programáticos e seis objetivos. São analisados os impactos&#xD;
no desenvolvimento de competências digitais, pensamento crítico e capaci‑&#xD;
dade de resolução de problemas reais. Evidências quantitativas e qualitativas&#xD;
sustentam os ganhos pedagógicos verificados, enquanto uma reflexão crí‑&#xD;
tica identifica desafios enfrentados e lições aprendidas. Conclui‑se que esta&#xD;
abordagem, baseada na articulação entre teoria e prática, contribui para a for‑&#xD;
mação de arquitetos capazes de promover intervenções urbanas mais justas,&#xD;
sustentáveis e fundamentadas em dados. O texto também aborda a aplicabili‑&#xD;
dade da metodologia em diferentes contextos educacionais e propõe o envol‑&#xD;
vimento de partes interessadas externas como uma linha de aprofundamento&#xD;
futuro.&#xD;
Palavras ‑chave: Gestão Urbana, Ensino Ativo, SIG, Planeamento Urbano,&#xD;
Competências Digitais</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/36464</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Jornalismo parlamentar e a representação da política: «participar na política de outra forma»</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/33376</link>
      <description>Título próprio: Jornalismo parlamentar e a representação da política: «participar na política de outra forma»
Autoria: Mineiro, J.
Editor: Jaime Lourenço
Resumo: Era uma manhã aparentemente tranquila na Assembleia da República. Chegámos&#xD;
ao Palácio de São Bento pelas dez horas, onde tínhamos combinado com Mafalda,&#xD;
jornalista parlamentar há 25 anos, e cujo dia de trabalho iriamos acompanhar&#xD;
Enquanto aguardávamos, várias e vários parlamentares iam chegando à Assembleia,&#xD;
alguns num ritmo tranquilo, outros mais apressados, provavelmente a caminho das&#xD;
reuniões dos Grupos Parlamentares marcadas para essa manhã. Os jornalistas iam&#xD;
também entrando, equipados com as suas câmaras, máquinas fotográficas, tripés,&#xD;
microfones, computadores e blocos de notas, cuidadosamente colocados numa&#xD;
passadeira rolante para que um agente de autoridade fizesse a protocolar análise de&#xD;
raios X, dirigindo-se de seguida a uma pequena mesa, à entrada, para obterem um&#xD;
cartão plastificado vermelho que lhes garantia o acesso à instituição.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/33376</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Prisões</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/33361</link>
      <description>Título próprio: Prisões
Autoria: Frois, C.
Editor: Maria João Leote de Carvalho; Vera Duarte; Sílvia Gomes; Rafaela Granja
Resumo: SUMÁRIO&#xD;
∙ Apresentação e discussão de autores e conceitos centrais no estudo do sistema&#xD;
prisional: Erving Goffman e as instituições totais; Michel Foucault e o nascimento&#xD;
da prisão; Gresham Sykes e as dores da reclusão.&#xD;
∙ Perspetivas críticas do sistema penitenciário contemporâneo em contexto&#xD;
internacional: Brasil, Estados Unidos da América, Noruega, Reino Unido.&#xD;
∙ Caracterização da população prisional e do parque penitenciário português.&#xD;
∙ Experiências prisionais: o impacto da sobrelotação, ausência de recursos&#xD;
humanos e materiais, violência e vitimação, insegurança física e emocional.&#xD;
∙ Discussão em torno das funções da prisão: punição, reabilitação, reinserção.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/33361</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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