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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/2099</link>
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    <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 18:20:46 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-03T18:20:46Z</dc:date>
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      <title>Clima e inclusão da comunidade LGBTIQ+ no Iscte</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/35374</link>
      <description>Título próprio: Clima e inclusão da comunidade LGBTIQ+ no Iscte
Autoria: Pimenta, A.; Moura, J.; António, R.; Moleiro, C.
Resumo: As pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans*, Intersexo e Queer (LGBTQI+) encontram diversos desafios no seu quotidiano que resultam da discriminação e preconceito presentes nas sociedades contemporâneas. Apesar dos avanços legislativos que tiveram lugar em Portugal nas últimas décadas, esta realidade persiste no nosso país (ver Estudo Nacional sobre as necessidades das pessoas LGBTI e sobre a discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género e características sexuais; Saleiro, Ramalho, Menezes &amp; Gato, 2022).&#xD;
Os/as estudantes LGBTQI+ não são excepção, podendo o próprio contexto e clima educativos comportar essas experiências de discriminação - desde microagressões (como a invisibilização ou as experiências de invalidação) a comportamentos hostis e de violência interpessoal (como bullying verbal ou físico). As consequências dessas experiências podem ser diversas, incluindo não só sobre a qualidade de vida, saúde mental e física dos/as estudantes, como também o seu próprio desempenho académico e sentimento de pertença à comunidade académica. Trata-se, por isso, de um problema da comunidade educativa, e não um problema estritamente individual ou interpessoal.&#xD;
Neste domínio, tradicionalmente a investigação tem-se focado na realidade de jovens LGBTIQ+ no contexto educativo no âmbito do ensino básico e secundário e menos se sabe sobre as experiências da população LGBTIQ+ no contexto de ensino superior. O presente relatório vem apresentar o projeto desenvolvido no âmbito da Bolsa de Iniciação à Investigação 2021/2022 do Iscte, da ECSH. A principal contribuição deste projeto foi analisar a experiência de estudantes no Iscte, designadamente relativamente ao clima e inclusão da população LGBTIQ+ através da realização de 2 estudos, um quantitativo e um qualitativo.&#xD;
Os resultados de ambos os estudos demonstraram que a maioria das pessoas que participaram nunca ou raramente ouvem comentários homofóbicos ou transfóbicos no Iscte e a maioria sente- se segura no Iscte. Mais ainda, a maioria das pessoas participantes revelou sofrer de microagressões raramente ou muito raramente. Apesar disso, estudantes LGBTIQ+ percepcionam o ambiente no Iscte como mais negativo em termos de pertença, segurança e acolhimento em comparação com estudantes não LGBTIQ+. Ambos os grupos de estudantes mostram desconhecimento generalizado sobre ações e recursos institucionais dirigidos a estudantes LGBTIQ+. Recomendamos alterações na construção e manutenção de medidas institucionais de inclusão LGBTIQ+ e sugerimos direções futuras para esta temática de estudo.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/35374</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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      <title>Burnout nos profissionais da Guarda Nacional Republicana: Um estudo comparativo dos fatores de risco psicossociais: Relatório de comparação de resultados com base em duas amostras do Copenhagen Psychosocial Questionnaire (COPSOQ) (Amostra de 2021 – COPSOQ-II e Amostra de 2023 – COPSOQ-III)</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/29633</link>
      <description>Título próprio: Burnout nos profissionais da Guarda Nacional Republicana: Um estudo comparativo dos fatores de risco psicossociais: Relatório de comparação de resultados com base em duas amostras do Copenhagen Psychosocial Questionnaire (COPSOQ) (Amostra de 2021 – COPSOQ-II e Amostra de 2023 – COPSOQ-III)
Autoria: Correia, I.; Romão, Â.
Resumo: O presente relatório apresenta um estudo comparativo dos fatores de risco psicossociais em profissionais da&#xD;
Guarda Nacional Republicana. O estudo faz parte de uma parceria entre o ISCTE - Instituto Universitário de&#xD;
Lisboa e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), no âmbito da qual já foi feita uma primeira&#xD;
recolha de dados em fevereiro/março de 2021, cuja análise foi sistematizada num relatório com data de&#xD;
fevereiro de 2022.&#xD;
No presente estudo, tivemos como objetivo fazer uma comparação de resultados dos dados de 2021 com os&#xD;
da presente amostra (2023) onde foi aplicada uma versão mais atual do Copenhagen Psychosocial&#xD;
Questionnaire (COPSOQ) - a versão média portuguesa do COPSOQ-III. À semelhança do estudo de 2021, a&#xD;
aplicação do COPSOQ-III foi feita através do software de pesquisa online Qualtrics e o respetivo link foi&#xD;
disponibilizado pela APG/GNR junto dos seus associados e de outros profissionais da Guarda Nacional&#xD;
Republicana não-associados. A recolha de dados junto destes profissionais decorreu entre os dias 12 de&#xD;
janeiro e 17 de fevereiro de 2023. Responderam à totalidade do questionário 542 profissionais.&#xD;
Tal como no estudo de 2021, os resultados da presente amostra evidenciaram níveis elevados de exigências&#xD;
(sobretudo as cognitivas e emocionais, mas também o ritmo e quantidade de trabalho); níveis medianos no&#xD;
que respeita aos recursos disponíveis (fatores protetores); e um nível já algo preocupante no que respeita à&#xD;
sintomatologia associada ao bem-estar psicológico. Comparativamente a 2021, podemos evidenciar uma&#xD;
deterioração em 12 fatores psicossociais e uma melhoria em 5 fatores psicossociais. O aumento dos riscos&#xD;
deve-se ao aumento do ritmo de trabalho, assim como das exigências cognitivas, o conflito trabalho-família&#xD;
e os conflitos de papéis laborais. Em relação à saúde, a auto-avaliação da saúde piorou, bem como o burnout&#xD;
e os sintomas depressivos. Ainda no sentido da deterioração das condições de trabalho dos Profissionais da&#xD;
GNR conta-se uma deterioração nas possibilidades de desenvolvimento, da previsibilidade, do&#xD;
reconhecimento, da confiança vertical, e da justiça organizacional. Pelo contrário, alguns aspetos&#xD;
melhoraram: a influência no trabalho, a transparência do papel laboral, a qualidade da liderança, o suporte&#xD;
social de colegas e a confiança horizontal.&#xD;
Este padrão de resultados apresenta um quadro em que se recomenda fortemente que sejam realizadas&#xD;
intervenções para proteger o bem-estar destes trabalhadores. Essas intervenções podem ser feitas pela&#xD;
redução dos fatores de risco (exigências) e/ou aumento dos protetores (recursos). Mantemos as várias&#xD;
propostas de intervenção que enumerámos no relatório relativo aos resultados de 2021 , focadas sobretudo&#xD;
no aumento dos recursos disponíveis por parte da organização de forma a compensar as exigências que são&#xD;
impostas a estes profissionais.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/29633</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Burnout nos profissionais da Guarda Nacional Republicana: Fatores protetores e de risco: Relatório dos resultados do Copenhagen Psychosocial  Questionnaire (COPSOQ - II)</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/29632</link>
      <description>Título próprio: Burnout nos profissionais da Guarda Nacional Republicana: Fatores protetores e de risco: Relatório dos resultados do Copenhagen Psychosocial  Questionnaire (COPSOQ - II)
Autoria: Correia, I.; Ramos, S.; Romão, Â.; Almeida, A. E.
Resumo: O relatório que se segue consiste numa análise dos dados recolhidos no âmbito de um&#xD;
estudo sobre o Burnout e seus fatores protetores e de risco em profissionais da Guarda Nacional&#xD;
Republicana. O estudo foi desenvolvido numa parceria entre o ISCTE - Instituto Universitário de&#xD;
Lisboa e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR).&#xD;
Foi aplicada a versão média portuguesa do Copenhagen Psychosocial Questionnaire –&#xD;
COPSOQ II, através do software de pesquisa online Qualtrics e o respetivo link foi disponibilizado&#xD;
pela APG/GNR junto dos seus associados e de outros profissionais da Guarda Nacional Republicana&#xD;
não-associados. A recolha de dados junto destes profissionais decorreu entre os dias 22 de fevereiro&#xD;
e 31 de março de 2021. Responderam à totalidade do questionário 573 profissionais.&#xD;
Dos resultados obtidos decorrem três grandes constatações: o nível elevado de exigências&#xD;
(sobretudo as cognitivas e emocionais, mas também o ritmo e quantidade de trabalho); níveis&#xD;
medianos no que respeita aos recursos disponíveis (fatores protetores); e um nível já algo&#xD;
preocupante no que respeita à sintomatologia associada ao bem-estar psicológico.&#xD;
Este padrão de resultados apresenta um quadro em que se recomenda fortemente que&#xD;
sejam realizadas intervenções para proteger o bem-estar destes trabalhadores. Essas intervenções&#xD;
podem ser feitas pela redução dos fatores de risco (exigências) e/ou aumento dos protetores&#xD;
(recursos). Tendo em conta as atividades desenvolvidas por estes profissionais, pode ser muito&#xD;
difícil diminuir muito a exigência do trabalho, embora seja possível, e não deva ser negligenciada, a&#xD;
possibilidade de redução da carga de trabalho, através do reforço das equipas, ou de um regime de&#xD;
horários mais adequados às necessidades dos trabalhadores e do serviço.&#xD;
Neste relatório apresentamos várias sugestões de intervenção, focadas sobretudo no&#xD;
aumento dos recursos disponíveis por parte da organização de forma a compensar as exigências&#xD;
que são impostas a estes profissionais. Essas recomendações vão no sentido de propor uma&#xD;
conjunto de intervenções, não apenas focadas na redução da sintomatologia ao nível individual mas,&#xD;
antes, focadas nos fatores que estão na origem desta. Ou seja, pretende-se que a melhoria da&#xD;
situação dos trabalhadores seja atingida com mudanças situadas ao nível organizacional, sem&#xD;
perder de vista o trabalho concreto destes profissionais e as condições em que a sua atividade é&#xD;
desenvolvida.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/29632</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Balanço da implementação da Lei da Paridade em diferentes níveis de governo: análise longitudinal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/15473</link>
      <description>Título próprio: Balanço da implementação da Lei da Paridade em diferentes níveis de governo: análise longitudinal
Autoria: Santos, M. H.; Teixeira, A. L.; Espírito-Santo, A.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/15473</guid>
      <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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