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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <dc:date>2026-05-10T11:12:18Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37169">
    <title>Media, jornalismo e dinâmicas da comunicação social em Portugal</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37169</link>
    <description>Título próprio: Media, jornalismo e dinâmicas da comunicação social em Portugal
Autoria: Paisana, M.; Cardoso, G.; Pinto-Martinho, A.
Editor: Baldi, Vania
Resumo: Reivindicar o direito de não ser desinformado significa revindicar simultanea mente uma multiplicidade de direitos que lhe subjazem e que dele derivam. Viver numa sociedade democraticamente organizada em instituições, que em articulação entre si zelam pela convivência entre seres livres e responsáveis, implica de facto a existência de referências comuns, de sistemas de registo e documentação, sobre acontecimentos e diretrizes de relevância pública, aos quais todos possam constantemente recorrer. &#xD;
O direito de não ser desinformado, ao mesmo tempo, convoca para um conjunto de deveres que pressupõem o interesse pela manutenção da organização democrática da sociedade e a necessidade de monitorizar e proporcionar as obrigações recíprocas que formalmente envolvem todos os seus membros singulares e coletivos. Para o efeito, aos sistemas de registo e documentação de domínio público é requerida uma constante ponderação entre a exigência de serem permeáveis às demais ocorrências e instâncias provenientes do mundo social, como também garantes da sua inteligibilidade, explicabilidade e credibilidade.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37168">
    <title>O reposicionamento do jornalismo no centro da luta pela verdade e pela sua auto-legitimação</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37168</link>
    <description>Título próprio: O reposicionamento do jornalismo no centro da luta pela verdade e pela sua auto-legitimação
Autoria: Paisana, M.; Margato, A.
Editor: Baldi, Vania
Resumo: Tal como observado e discutido no capítulo relativo ao consumo de notícias em Portugal, as questões da confiança são fundamentais para o debate contemporâneo sobre os media e o papel do jornalismo. Na permanente luta pela sua legitimação, num quadro de aumento da circulação de conteúdos desinformativos e da polarização política um pouco por toda a Europa, a vulgarização do jornalismo de fact-checking tornou-se um instrumento fundamental neste processo. Nos últimos anos multiplicam-se as iniciativas de fact-checking nas mais diversas tipologias de meios noticiosos seja de forma independente (projetos jornalísticos dedicados especificamente ao fact-checking) ou como nova prática interna das redações ditas tradicionais (ou seja, o surgimento de estruturas internas dedicadas especificamente  à verificação).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37166">
    <title>Gazetas coloniais, anúncios e escravidão no início do século XIX: Uma comparação entre Rio de Janeiro e Jamaica</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37166</link>
    <description>Título próprio: Gazetas coloniais, anúncios e escravidão no início do século XIX: Uma comparação entre Rio de Janeiro e Jamaica
Autoria: Pires, J. V. R.
Resumo: O presente artigo se utiliza das gazetas coloniais para, a partir dos casos de Rio de Janeiro e Kingston no princípio do Oitocentos, analisar como os anúncios dos periódicos permitem interpretar os hábitos cotidianos das sociedades destes territórios, ambos importantes centros coloniais no espaço atlântico dos impérios britânico e português. Um exame estatístico de dois periódicos com apoios das respectivas monarquias, Gazeta do Rio de Janeiro e The Royal Gazette of Jamaica, é feito para permitir a comparação. Para cotejar os escravizados anunciados em cada um dos territórios, recolhemos também dados das gazetas referentes a taxa e razão de africanidade dos cativos anunciados, bem como taxa e razão de masculinidade e origens indicadas. A análise dos anúncios nas duas gazetas indica um padrão muito semelhante das ocorrências cotidianas que eram anunciadas na imprensa de territórios desenvolvidos em torno da escravidão, permitindo um novo olhar sobre os hábitos das sociedades coloniais. O estudo aponta para um modelo padrão de anúncios nas gazetas coloniais, mas com dados distintos sobretudo no que diz respeito à população escravizada e à política cultural. As dissemelhanças permitem refletir sobre a assimetria política entre as regiões numa época em que se desenhavam caminhos opostos: a Jamaica encerrara o tráfico de escravizados em 1807, enquanto o Rio experimentava um súbito aumento deste comércio após a fixação da Corte na cidade.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37165">
    <title>Ecos de uma cidade global: O Rio de Janeiro e a presença Africana e Europeia nas páginas de anúncios da imprensa (1808-1821)</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37165</link>
    <description>Título próprio: Ecos de uma cidade global: O Rio de Janeiro e a presença Africana e Europeia nas páginas de anúncios da imprensa (1808-1821)
Autoria: Pires, J. V. R.
Resumo: Este artigo utiliza os anúncios da nascente imprensa brasileira como testemunha da nova configuração do Rio de Janeiro durante o chamado período joanino, entre 1808 e 1821, e da disparidade existente na altura entre os dois principais grupos provenientes de deslocações, espontâneas ou compulsórias, desembarcados na cidade: os europeus e os africanos. A partir de uma análise quantitativa e qualitativa das propagandas publicadas na imprensa, prática que se popularizou durante o período, observamos uma cidade que se vestia enquanto capital do Império e que, para tal, priorizou uma cultura em detrimento de outra. Sob este ponto de vista, o período é uma chave para entender o processo histórico que resulta no Rio de Janeiro dos dias de hoje.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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