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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/428</link>
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    <dc:date>2026-04-03T20:13:56Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36735">
    <title>Sustainable value creation in nonprofit organizations: Processes, determinants, and strategic dimensions</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36735</link>
    <description>Título próprio: Sustainable value creation in nonprofit organizations: Processes, determinants, and strategic dimensions
Autoria: Fonseca, A.; Morioka, S.; Cardoso, J. C.; Barbosa, A. de S.; Rocha, J.; Silvestre, W. J.
Resumo: Implementing sustainability-oriented strategies within the nonprofit sector is often framed through corporate ESG (environmental, social, and governance) frameworks, yet the unique institutional logic of nonprofit organizations (NPOs) demands a more nuanced conceptualization. This study investigates the processes and determinants of sustainable value creation in NPOs, adopting an integrated theoretical framework that dynamically combines Stakeholder Theory, the Resource-Based View, and Institutional Theory. Using a mixed-methods approach, the research combines a thematic synthesis of 60 high-impact papers with confirmatory guided interviews with representatives from eight diverse NPOs. Five core categories of sustainable value creation processes were identified: strategic management, operational management, financial resources management, human capital development, and systemic integration of sustainability. Furthermore, the study identifies 25 determinants formally classified into micro (individual agency), meso (organizational structure), and macro (institutional environment) levels. The findings demonstrate tensions between internal leadership agency and external structural constraints, highlighting the challenges associated with the lack of tailored sustainability tools. It is argued that sustainability in NPOs is a fluid, emergent process defined by mission-driven legitimacy rather than financial materiality. This research provides a diagnostic foundation for assessing ESG readiness and emphasizes the need for reflexive, context-sensitive management tools that align sustainability with the unique nonprofit ethos.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36680">
    <title>Reconfigurar o espaço com base em imagens: Atlas visual infinito da zona ribeirinha de Lisboa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36680</link>
    <description>Título próprio: Reconfigurar o espaço com base em imagens: Atlas visual infinito da zona ribeirinha de Lisboa
Autoria: Madeira da Silva, T.; Di Giovanni, C.
Resumo: O artigo apresenta a investigação sobre a zona ribeirinha de Lisboa realizada pelo Laboratório Lisboa e o Rio (constituído por 12 estudantes, 1 professor e 2 investigadores), no âmbito do Mestrado Integrado em Arquitetura do Iscte (2020/2021). Com base numa grelha conceptual associada a imagens e constituída por diferentes categorias – Topografia, Fronteira/Limite, Memória, Infraestruturas, Paisagens Frágeis, Ícones, Acontecimentos, Mobilidade, Vida, (Im)previsibilidade e Utopia – foi construído um atlas visual da zona ribeirinha de Lisboa de modo a compreender o território e dar-lhe novos significados  (Laboratório Lisboa e o Rio, 2021a). O objetivo central foi perceber a origem e evolução do edificado existente e as dinâmicas da população ribeirinha, para posterior realização de propostas arquitetónicas de regeneração da linha de costa. O Atlas Mnemosyne, de Aby Warburg (2010), foi a principal referência. A metodologia teve por base a pesquisa de bibliografia e imagens de arquivos da Câmara Municipal de Lisboa, do Porto de Lisboa, do Museu de Lisboa, da Biblioteca Nacional, entre outros, e de sites e páginas web. Produzir o atlas foi “reconfigurar o espaço, redistribuí-lo, desorientá-lo” (Didi-Huberman, 2010, pp. 6-7), de modo a construir uma geografia alternativa, uma nova forma de ver e dar a ver, associando diferentes matérias recolhidas ao longo do tempo. Combinar imagens e realizar conexões inesperadas, a partir de diferentes categorias que construíam uma linha de pensamento, fez descobrir olhares diferentes sobre a zona ribeirinha e, com isso, criar uma base de investigação para a realização de propostas arquitetónicas de regeneração da linha de costa.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36553">
    <title>Entre rios e ruas: Um relato de experiência sobre paisagens hidrossociais de Cuiabá-MT, Brasil</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36553</link>
    <description>Título próprio: Entre rios e ruas: Um relato de experiência sobre paisagens hidrossociais de Cuiabá-MT, Brasil
Autoria: Tsutsui, Hugo Kamiya; Nakayama, Katia Atsumi
Resumo: O acelerado processo de urbanização no Brasil, via de regra, caracterizou-se por dissonâncias entre o desenvolvimento urbano e a preservação socioambiental. Nesse contexto, as políticas desenvolvimentistas induziram diversas mudanças nos territórios e suas dinâmicas, como o caso da Região Centro-Oeste e a Amazônica, sobretudo a partir da segunda metade do século XX. Em Cuiabá, Mato Grosso, a modernização, a partir do paradigma de urbanização rodoviarista, associada aos interesses político-econômicos, produziram paisagens, muitas vezes, marcadas pela descaracterização ambiental e desconsideração das relações socionaturais preexistentes. Com o objetivo de aprofundar o debate sobre a paisagem e os tensionamentos entre urbanização e o meio ambiente, este artigo apresenta um relato de experiência de sala de aula realizada no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso. A atividade teve como objeto de análise e intervenção dois córregos de Cuiabá, sendo desenvolvida leitura histórica-documental da morfologia urbana, bem como a caracterização das unidades de paisagem ao longo dos corpos d’água, com visita de campo e entrevistas com a população. Os diagnósticos demonstraram que as percepções dos moradores são variadas, conforme as experiências individuais, práticas culturais e as condições de insalubridade, poluição, precariedade habitacional e riscos que estão expostos. A partir disso, foram elaboradas propostas de intervenções - projetuais e de planejamento -, levando em consideração a paisagem e suas relações hidrossociais. Os resultados evidenciaram o potencial dessa metodologia, que pode subsidiar a tomada de decisão na gestão urbana, ampliando o diálogo entre teoria e prática na abordagem das questões socioambientais.; The accelerated urbanization process in Brazil has generally been characterized by discrepancies between urban development and socio-environmental preservation. In this context, developmentalist policies have induced various changes in territories and their dynamics, as exemplified by the Central-West and the Amazon regions from the second half of the 20th century. In Cuiabá, Mato Grosso, modernization has often resulted in landscapes marked by environmental degradation and the disregard of preexisting socio-natural relationships. Aiming to deepen the debate on landscape and the tensions between urbanization and the environment, this article presents a classroom experience report from the Architecture and Urbanism program at the Federal University of Mato Grosso. The activity focused on the analysis and intervention of two streams in Cuiabá, involving a historical-documentary reading of urban morphology, as well as the characterization of landscape units along the bodies of water, complemented by field visits and interviews with the local population. The diagnoses revealed that residents’ perceptions vary according to individual experiences, cultural practices, and exposure to unsanitary conditions, pollution, precarious housing, and associated risks. Based on these findings, intervention proposals, both design-based and planning-oriented, were developed, considering the landscape and its hydro-social relationships. The results highlighted the potential of this methodology to support decision-making in urban management, enhancing the dialogue between theory and practice in addressing socio-environmental issues.</description>
    <dc:date>2026-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36552">
    <title>Lineamientos para la construcción de dispositivos de ciencia participativa en ríos urbanos con una mirada desde el sur global</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36552</link>
    <description>Título próprio: Lineamientos para la construcción de dispositivos de ciencia participativa en ríos urbanos con una mirada desde el sur global
Autoria: Torres, Diego; Katzer, Leticia; Cochero, Joaquín; Ayastuy, María Dalponte
Resumo: La ciencia participativa, también llamada ciencia ciudadana, es una práctica de ciencia abierta en la que personas con y sin afiliación a instituciones científicas colaboran en un proyecto científico. Es muy utilizada para el relevamiento de diferentes variables en ciudades y particularmente en ríos. Varios proyectos de ciencia participativa a nivel global utilizan dispositivos digitales para llevar a cabo la producción de conocimiento, principalmente usando los teléfonos inteligentes como herramienta tecnológica de vinculación. Sin embargo, existen desarrollos regionales en Latinoamérica que se posicionan en un nicho similar y que su construcción se realiza desde el registro de los países y proyectos propios del sur global. ¿Cuáles son los registros propios del sur global? ¿Cómo poder pensar lineamientos para dispositivos que reflejen las motivaciones y preocupaciones del “Sur global”? Este trabajo presenta una reflexión epistemológica-metodológica con una serie de guías para poder enriquecer a la ciencia participativa desde un análisis conjunto con la etnografía colaborativa situada a través de cinco categorías: agentividad, co-construcción, colectividad, interinstitucionalidad, e instrumentación. Así nos preguntamos: ¿De qué manera la etnografía colaborativa puede diversificar y enriquecer las formas de la ciencia participativa? ¿Qué características específicas del sur global proponen una impronta particular a la construcción científica participativa? ¿Cuántas de estas características pueden ser incorporadas y de qué forma en un dispositivo digital? En este trabajo se realiza un análisis sobre diferentes dispositivos digitales propios del sur global.; Participatory science, also known as citizen science, is an open science practice in which individuals, both affiliated and unaffiliated with scientific institutions, collaborate on a scientific project. It is widely used for surveying various variables in cities and, particularly, in rivers. Several participatory science projects worldwide rely on digital devices for knowledge production, primarily using smartphones as a technological tool for engagement. However, there are regional developments in Latin America that occupy a similar niche, built from the perspective of the Global South’s records and projects. What are the unique records of the Global South? How can we design guidelines for devices that reflect the motivations and concerns of the “Global South”? This paper presents an epistemological-methodological reflection with guidelines to enrich participatory science from a joint analysis with situated collaborative ethnography through five categories: agentivity, co-construction, collectivity, interinstitutionality, and instrumentation. We ask: How can collaborative ethnography diversify and enhance participatory science practices? What specific characteristics of the Global South shape a distinct approach to participatory scientific construction? How many of these characteristics can be integrated into a digital device, and in what ways? This work analyzes various digital devices developed within the Global South.</description>
    <dc:date>2026-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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