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    <title>Repositório Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-05-24T00:00:12Z</dc:date>
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    <title>11º COLÓQUIO Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37264</link>
    <description>Título próprio: 11º COLÓQUIO Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos
Editor: André, Paula
Resumo: As cidades são obras de arte (Lefebvre, 1998), projetos partilhados (Montgomery, 2013) e construídos a várias mãos que devem servir, de uma forma democrática e inclusiva, todos os interesses. Atualmente, o planeamento e a gestão urbana apresentam vários desafios aos gestores urbanos, principalmente, às autarquias, que a academia ajuda a enquadrar, analisar e solucionar, segundo as suas várias áreas temáticas.&#xD;
Na área do ambiente, há uma preocupação crescente com a reutilização e a reciclagem de materiais, com a redução da poluição urbana, com a mitigação dos eventos de precipitação ou de seca extrema e o aumento da temperatura do ar, de que são exemplo o fenómeno das ilhas de calor e a subida do nível médio das águas do mar. Na mobilidade, destaca-se a necessidade de diminuir as deslocações diárias e o tráfego congestionado, implementando-se soluções de mobilidade suave e ativa e apostando nos transportes coletivos, medidas que se traduzem, também, numa cidade mais saudável para todos. No planeamento, opta-se por modelos de cidade de proximidade, diversificando e aumentando a oferta funcional dos bairros, criando espaços públicos confortáveis, onde apetece parar, estar e viver.&#xD;
Em todas estas questões, a utilização da inteligência artificial é um poderoso auxiliar, com a analítica de dados a influenciar o planeamento urbano e a tomada de decisão, a implementação do BIM a centralizar em modelos 3D a informação urbana, os digital twins a apoiarem a monitorização e a previsão de fenómenos urbanos extremos, a prevenção de catástrofes, e a possibilitarem a concretização de propostas urbanas rápidas e eficientes que respondam às necessidades das populações, nomeadamente, no campo da oferta de habitação.&#xD;
Mas, se por um lado, a tecnologia é um apoio essencial na análise e na construção de espaço urbano, por outro lado, o seu uso obsessivo está a desconectar os corpos dos territórios, o cidadão e a cidade, empobrecendo a literacia sensorial e urbana que os deveria reger na orientação e na ocupação do espaço, criando inseguranças, medos e um conhecimento dos territórios baseado em narrativas subjetivas e não na experiência própria do corpo.&#xD;
Por tudo isto, refletir sobre os territórios metropolitanos contemporâneos, apresentando soluções que respondam, de forma equilibrada a todas as questões, é um processo complexo e um desafio que a todos cabe: à academia, que os investiga, conhecendo o seu passado e o seu presente, para assim propor ações e intervenções futuras onde cabem a inovação e a utopia; às autarquias, que têm a seu cargo, entre outros, o planeamento e a gestão urbanos; aos cidadãos, através da participação cívica, do seu comportamento e uso do espaço.&#xD;
O Colóquio Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos, na sua 11ª edição, é um espaço de excelência para a discussão partilhada entre a Academia, a Câmara Municipal de Lisboa e os cidadãos, ao trazer para o debate partilhado temas que a todos importam. O Centro de Informação Urbana de Lisboa, na sua missão de conectar a autarquia e a academia, promovendo e divulgando “informação urbana de Lisboa e conhecimento sobre urbanismo, incentivando a aprendizagem, reflexão, participação e cocriação de soluções para o desenvolvimento sustentável da cidade”, congratula-se por ser, uma vez mais, o canal para que esse diálogo se estabeleça e fortaleça.; O 11º Colóquio do Doutoramento em Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos do Iscte do Instituto Universitário de Lisboa assume-se como um amplo espaço de debate plural, em compromisso com os actuais desafios, valorizando o diálogo, a investigação, e definindo colectivamente questões. Acreditamos que se pode gerar conhecimento novo a partir de interações e conexões com todo o ecossistema da cultura arquitectónica, desafiando narrativas hegemónicas e conceitos dominantes, fomentando intercâmbios transculturais que contemplem a interdisciplinaridade, a inclusividade, a sustentabilidade e a inovação, matriciais e estruturais no Iscte - Instituto Universitário de Lisboa.&#xD;
As investigações em curso, integradas nos centros DINÂMIA’CET-Iscte (Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território) e ISTAR-IUL (Centro de Investigação em Ciências da Informação, Tecnologias e Arquitetura), e apresentadas neste 11º Colóquio, agregam as novas constelações que compõem os territórios metropolitanos e revelam o potencial da dinâmica mutável das relações espaço temporais num múltiplo entrelaçado de sobreposições, cruzamentos, e fusões, numa pluralidade de abordagens, de experiências, e reunindo um conjunto alargado de temáticas. Desde a equidade, a ecologia, os ecossistemas, e o valor patrimonial da paisagem, passando pela reutilização adaptativa e pela transformação de edifícios, assumindo a história como uma ferramenta operativa e crítica para situar a prática arquitectónica dentro de temporalidades complexas e interconectadas, sempre cientes que cada recuo implica uma preocupação com o presente e com o futuro. Desde as políticas do espaço público, aos espaços funcionalmente ambíguos, às múltiplas dimensões do corpo, da arte, da mediação, das identidades, dos espaços de resistência, e à condição espacial de limiar. Desde as políticas da habitação e ao questionamento do seu futuro, passando pela fotografia como instrumento de reflexão contemporânea e de questionamento disciplinar, e pela cidade como narrativa, incluindo as ferramentas digitais, o design especulativo e os territórios colaborativos e da participação, entre muitas outras. Essas investigações são realizadas em abordagens multi-escalares que vão da long durée (Fernand Braudel), à micro-história (Carlo Ginsburg; Giovanni Levi), e dos estudos subalternos (Ranajit Guha), aos production studies (Sergio Ferro; Christine Wall), valorizando o trabalho de campo, porque há que se ir às coisas (Ruth Verde Zein), os testemunhos orais e os arquivos, naturalmente repensados na era da inteligência artificial, e entendidos como sistemas activos que apoiam a criação de novo conhecimento. Explorando criticamente vias preestabelecidas ou explorando novas formas de intervir sobre o existente a partir de enfoques experimentais e críticos, o desafio de abordar as complexidades socioeconómicas, as estruturas de governança e as dinâmicas interdisciplinares, não deve esquecer o espaço público como estrutura activa da democracia (Angélica Benatti Alvim).&#xD;
Assumindo este colóquio como um território, e entendendo a arquitectura como parte de um sistema aberto de relações e desequilíbrios, de ambientes mediáticos e de redes de comunicação e visualização, e sentindo uma obrigação moral em compartilhar experiências, este encontro, na senda do papel da arquitectura como catalisadora do engajamento democrático, da coesão social e da equidade (União Internacional dos Arquitectos), é também um espaço de transferência de conhecimento para a sociedade, um espaço para ouvir e para procurar compreender o poder transformador da arquitectura, relembrando que “há mundos submersos, que só o silêncio da poesia penetra” (Conceição Evaristo).</description>
    <dc:date>2026-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/35740">
    <title>Atas da I Conferência Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania: Diferentes olhares, outras perspetivas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/35740</link>
    <description>Título próprio: Atas da I Conferência Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania: Diferentes olhares, outras perspetivas
Editor: Alves, Paulo Marques; Baptista, Virgínia
Resumo: Em 1929, Virginia Woolf, no seu renomado ensaio A Room of One’s Own, refere-se a&#xD;
duas palestras que havia dado no ano anterior nos college femininos de Newnham e Girton,&#xD;
em Cambridge. Nelas, perante plateias de estudantes, começou por enfatizar que às&#xD;
mulheres não era dado o destaque a que tinham direito no processo histórico, o que seria&#xD;
indiciado pela ausência de obras nas prateleiras das bibliotecas universitárias, tendo&#xD;
terminado proclamando a necessidade de se reescrever a História para acabar com esta&#xD;
invisibilidade.&#xD;
O apelo de Woolf só veio a materializar-se alguns decénios mais tarde, tendo Scott&#xD;
(1983) sublinhado que, sobretudo a partir da década de 70, as prateleiras das livrarias e das&#xD;
bibliotecas tinham passado a estar relativamente bem guarnecidas com obras realçando o&#xD;
papel das mulheres na História, o que veio a aprofundar-se nas décadas seguintes.&#xD;
Em primeiro lugar, as mulheres sempre trabalharam, embora o seu trabalho tenha&#xD;
sido invisibilizado durante muito tempo. Um marco relevante para o tornar visível é o&#xD;
número de Le Mouvement Social de 1987, integralmente dedicado ao trabalho das&#xD;
mulheres e onde se insere o artigo da historiadora Michelle Perrot intitulado Qu'est-ce qu'un&#xD;
métier de femme?, onde a autora começa por afirmar perentoriamente que “Les femmes ont&#xD;
toujours travaillé”, afirmação que será posteriormente repegada por Schweitzer para título&#xD;
do seu livro de 2002.&#xD;
Mas não foi só o campo historiográfico que começou a interessar-se pelo trabalho das&#xD;
mulheres como objeto de estudo no mundo francófono. No campo da Sociologia e,&#xD;
nomeadamente, da Sociologia do Trabalho, o mesmo sucedeu, sendo de destacar durante&#xD;
esta década de 80, o livro coletivo dado à estampa em 1984, bem como os trabalhos de&#xD;
Kergoat (1982, 1984) ou de Maruani (1985, 1989), autoras que prosseguiram as suas&#xD;
pesquisas nas décadas seguintes, a elas se tendo juntado outras, como Hirata (e.g. 1996,&#xD;
1998) ou Silvera (e.g. 1995, 1998, 2000).&#xD;
De acordo com Lurol (2001, p. 5), no campo da Sociologia do Trabalho francesa, os&#xD;
estudos seminais sobre o trabalho das mulheres remontarão aos finais da década de 60,&#xD;
destacando-se três contributos filiados em distintos paradigmas: o de Guilbert (1966a), na&#xD;
tradição marxista via Georges Friedmann e Pierre Navile; o de Michel (1967), devedor dos&#xD;
trabalhos de autoras feministas anglo-saxónicas; e o de Sullerot (1968), inserido no&#xD;
paradigma familiarista.&#xD;
Para Lurot, a conjugação de três fatores contribuiu decisivamente para a emergência&#xD;
deste campo de estudos: o crescimento económico ocorrido durante os Trente Glorieuses&#xD;
(Fourastié, 2000 [1979]) anos que se seguiram ao final da IIª Guerra Mundial; a inserção&#xD;
massiva das mulheres no mercado de trabalho, sobretudo a partir da década de 60; e o&#xD;
ativismo do importante movimento feminista francês, onde pontificavam nomes como o de&#xD;
Beauvoir (1987 [1949]), bem como o trabalho da AFFER – Association Femmes, Féminisme&#xD;
et Recherche que, em 1982, organizou em Toulouse um importante colóquio intitulado&#xD;
Femmes, Féminisme et Recherches, e que estará na origem da fundação em 1989 da&#xD;
ANEF – Association Nationale des Études Féministes.</description>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/35012">
    <title>Antologia de Ensaios: LABORATORIO COLABORATIVO: Dinâmicas Urbanas, Património, Artes. XI Seminário de Investigação, Ensino e Difusão</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/35012</link>
    <description>Título próprio: Antologia de Ensaios: LABORATORIO COLABORATIVO: Dinâmicas Urbanas, Património, Artes. XI Seminário de Investigação, Ensino e Difusão
Editor: André, Paula
Resumo: A Antologia de Ensaios da 11ª edição do Laboratório Colaborativo: Dinâmicas Urbanas, Património, Artes. Seminário de Investigação, Ensino e Difusão reúne um conjunto de investigações que integradas numa agenda contemporânea de um mundo que vive tempos desafiadores, e através de diferentes metodologias multidisciplinares de pesquisa, procura contribuir para o alargamento das fronteiras do conhecimento. Cumprindo uma obrigação moral de compartilhar experiências, reúnem-se diferentes aproximações interrogativas à cidade e ao urbanismo, à arquitectura e ao património e à arte e à cultura visual em diferentes tempos e espaços, ancoradas num pensamento tentacular, ou seja, relacional.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/34521">
    <title>The architecture of need: Collective-use facilities and community service in the twentieth century: International conference: Book of abstracts</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/34521</link>
    <description>Título próprio: The architecture of need: Collective-use facilities and community service in the twentieth century: International conference: Book of abstracts
Autoria: Agarez, R. C.; Pascoal, A. M.
Resumo: Human need is one of the foundations of architecture. Its expression becomes particularly intense when conveyed by the community or in the name of the community, as a collective, shared necessity. Yet we often lose sight of this essential aspect of built environment production processes, focusing instead on matters such as design intentions, formal or technical innovation and authorship. The international conference The Architecture of Need wants to bring together current research efforts to reconsider the role of need in the equation of architectural production by examining how collective-use facilities,devised for community service in response to specific needs, originated and came to fruition in the twentieth century, in any geography. We want to reassess essential need as a key proviso in architecture, and how this determined our existing building stock, at a time when resource scarcity demands that architectural practice and thought contribute towards sustainable, participated built environment management strategies and resist the lure of often questionable building growth trends.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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