<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/2658">
    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/2658</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10071/37299" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10071/34507" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10071/33428" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10071/32048" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-05-20T09:14:10Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37299">
    <title>Prisioneiros de guerra e da guerra</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37299</link>
    <description>Título próprio: Prisioneiros de guerra e da guerra
Autoria: Rocha, J. S.
Editor: Oliveira, Pedro Aires; Borges, João Vieira
Resumo: A história dos prisioneiros das guerras do crepúsculo do Império português (1961 -1974) insere -se no contexto mais alargado das mudanças ocorridas no modo de fazer a guerra e do direito humanitário após a Segunda Guerra Mundial. A Segunda Guerra Mundial marcou, sem dúvida, o fim de um&#xD;
mundo dominado pelas potências europeias, muitas delas detentoras de domínios coloniais. Com ela terminou também um período da história dos conflitos armados marcado pela adoção de um conceito de guerra que apenas previa o confronto bélico entre exércitos organizados e patrocinados por Estados, com práticas pouco respeitadoras da justa e necessária separação entre militares armados e populações civis desarmadas, e em que as baixas civis eram consideradas meros danos colaterais no campo de batalha.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/34507">
    <title>Routiers’ transformational trajectories of waste, from Portugal to Senegal</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/34507</link>
    <description>Título próprio: Routiers’ transformational trajectories of waste, from Portugal to Senegal
Autoria: Neto, P.; Falcão, R.
Editor: Manuel João Ramos; Pedro Neto; Giulia Daniele
Resumo: Routiers are men of African origin that regularly drive decades-old vehicles from&#xD;
 Southern Europe to West Africa. In their vehicles they carry a set of second-hand items&#xD;
 which are sold, traded, and/or bartered along the way. This essay offers a collection&#xD;
 of images that depict and interrogate some of the symbolic, socioeconomic, and&#xD;
 spatiotemporal qualities of routier activity while fostering an understanding of the&#xD;
 transformational trajectories of the items handled – from discarded, disposable,&#xD;
 virtually valueless things into things of/with value, sometimes, reconverted,&#xD;
 reemployed, replaced, resettled.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/33428">
    <title>Sportswashing: Jornalismo restritivo e geopolítica da incoerência</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/33428</link>
    <description>Título próprio: Sportswashing: Jornalismo restritivo e geopolítica da incoerência
Autoria: Moriconi, M.
Editor: Gustavo Cardoso
Resumo: O sportswashing tornou-se um conceito popular quando se analisa a utilização política do&#xD;
desporto. Em 2021, sportswashing foi escolhida como a palavra do ano pelo Conselho&#xD;
Norueguês da Língua (Elsborg 2022). De acordo com esta instituição, a lavagem de imagem&#xD;
através do desporto ocorre "quando os governos de países autoritários utilizam grandes eventos&#xD;
desportivos para se mostrarem melhor ou quando tentam fazer o mesmo comprando ou&#xD;
patrocinando clubes desportivos populares" (Elsborg 2022).</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/32048">
    <title>Política externa segundo Nuno Severiano Teixeira</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/32048</link>
    <description>Título próprio: Política externa segundo Nuno Severiano Teixeira
Autoria: Seabra, P.
Editor: Marcelo Camerlo; Andrés Malamud; Raquel Vaz-Pinto
Resumo: Nuno Severiano Teixeira é diretor do Instituto Português de Relações Internacionais, professor catedrático e antigo vice-reitor da Universidade Nova de Lisboa (2013/2017). Doutorado em História das Relações Internacionais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença e agregado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Foi diretor do Instituto de Defesa Nacional (1996-2000), ministro da Administração Interna (2000-2002) e ministro da Defesa (2006-2009) do governo português. Tem obra publicada sobre história militar, história das Relações Internacionais, história da construção europeia e questões de política externa, segurança e defesa.</description>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

