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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/2095</link>
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    <dc:date>2026-04-05T18:18:19Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36785">
    <title>Papel das cidades transfronteiriças na cooperação entre Portugal e Espanha</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36785</link>
    <description>Título próprio: Papel das cidades transfronteiriças na cooperação entre Portugal e Espanha
Autoria: Medeiros, E.
Editor: Pazos-Justo, Carlos; Pérez Isasi, Santiago; Gusman, Inês
Resumo: Vivemos em uma era em que o mundo é delimitado por Estados-nação soberanos. Este paradigma do territorialismo apresenta várias armadilhas territoriais conhecidas que afetam, por exemplo, a implementação de processos de planeamento transfronteiriços e transnacionais (Faludi 2018). De momento não se vislumbra no horizonte um caminho claro para a implementação de um paradigma de desterritorialização global (Medeiros et al., 2020). A transgressão das fronteiras estatais, bem como o complexo redimensionamento do Estado, em certos domínios políticos, tem sido, no entanto, uma realidade, pelo menos em certas partes do mundo, e durante certos períodos da nossa história (Sachs 2020). Este tem sido o caso do período associado à construção política da União Europeia (UE). Como refere Rodríguez-Pose (2002), até recentemente, as fronteiras intra-UE não só delimitavam as fronteiras entre os Estados-membros, como também representavam uma série de barreiras ao comércio e custos adicionais. Um estudo mais recente sugere que se apenas 20% dos obstáculos legais e administrativos existentes fossem removidos, as regiões fronteiriças ao longo das fronteiras nos países centrais da UE e da EFTA poderiam ter um produto interno bruto PIB significativamente mais elevado (EC 2017).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36780">
    <title>Assessing affective touch in early caregiving: Development and validation of the Caregiver-Child Affective Touch Assessment (CCATA)</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36780</link>
    <description>Título próprio: Assessing affective touch in early caregiving: Development and validation of the Caregiver-Child Affective Touch Assessment (CCATA)
Autoria: Silvestrini, G.; Veppo, F.; Carvalho, L.; Andrade, E.; Mendes, A. F.; Mesquita, A.; Sampaio, A.; Pereira, M.; Baptista, J.; Soares, I.; Negrão, M.
Resumo: Affective touch plays a pivotal role in nonverbal communication between caregivers and young children, supporting the development of emotion regulation and socioemotional functioning. This exploratory study examines the initial development and validation of the Caregiver-Child Affective Touch Assessment (CCATA), an observational measure designed to classify the quality of caregiver touch during interactions with children aged 2 to 5 years. Thirty mother-child dyads were observed during two structured tasks, generating 1,066 coded instances of touch. Inter-rater reliability was very good, with intraclass correlation coefficients ranging from 0.86 to 0.94. An exploratory principal component analysis suggested a three-component structure of maternal touch, reflecting regulatory/controlling, interactive/pragmatic, and affective/spontaneous dimensions. These dimensions reflect distinct caregiving strategies and communicative functions of touch. The CCATA also revealed significant associations with both maternal emotional availability and the use of disciplinary strategies. These findings support the CCATA as a reliable and theoretically grounded instrument for capturing the complexity of affective touch in early caregiving. Its application holds promise for both research and clinical interventions focused on caregiver-child relationships. Future studies should further examine the measure’s factorial structure, cross-cultural validity, and predictive value in developmental outcomes.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36768">
    <title>Representações de vinculação em idade pré-escolar e autoconceito: O papel do sexo e competência verbal das crianças</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36768</link>
    <description>Título próprio: Representações de vinculação em idade pré-escolar e autoconceito: O papel do sexo e competência verbal das crianças
Autoria: Nobre, D.; Monteiro, L.; Santos, C.; Correia, N.
Editor: Magalhães, Eunice; Monteiro, Lígia; Calheiros, Maria Manuela
Resumo: No contexto da teoria da vinculação, os modelos internos dinâmicos de vinculação e do self encontram-se, desde a sua génese, interligados. A literatura indica que estas representações se desenvolvem de forma complementar, no entanto, são ainda poucas as contribuições empíricas que analisam esta relação na idade pré-escolar. O presente estudo teve por objetivo compreender as relações entre as representações mentais de vinculação de crianças, em idade pré-escolar, e o seu autoconceito, controlando o QI verbal e o sexo das crianças. Participaram 54 crianças (30 rapazes), entre os 45 e os 76 meses. As representações de vinculação foram avaliadas através do Attachment Story Completation Task e o autoconceito através da The Pictorial Scale of Perceived Competence and Social Acceptance for Young Children. Os resultados obtidos indicam que crianças com valores de segurança (representações de vinculação) mais elevados se percecionam como mais competentes no domínio cognitivo do autoconceito. Não se encontraram associações com o QI verbal ou com o sexo da criança, para nenhuma das variáveis em estudo.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36766">
    <title>Associações entre a relação coparental e as práticas parentais do pai: O papel mediador do stress parental</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36766</link>
    <description>Título próprio: Associações entre a relação coparental e as práticas parentais do pai: O papel mediador do stress parental
Autoria: Vasconcelos, M.; Camilo, C.; Monteiro, L.
Editor: Magalhães, Eunice; Monteiro,  Lígia; Calheiros, Maria Manuela
Resumo: Segundo alguns autores a paternidade, sobretudo nos primeiros anos, é particularmente influenciada pelo que acontece no microssistema familiar. O presente estudo visou contribuir para o estudo da parentalidade, com particular enfoque no pai, considerando diferentes níveis de variáveis, individuais e contextuais. Teve, assim, como objetivo analisar as relações entre a qualidade da relação coparental, na perspetiva do pai, e as suas práticas parentais, testando-se o papel mediador do stress parental. Participaram 98 pais casados ou em união de facto (a viverem com a mãe do seu filho/a), com crianças em idade pré-escolar. Foi testado um modelo de mediação de forma a explorar o papel mediador das diferentes dimensões do stress parental na relação entre o suporte e a sabotagem coparental e as práticas parentais de cuidado e de restritividade, controlando o número de horas de trabalho do pai e rendimento familiar. Obteve-se um efeito indireto significativo do suporte coparental nas práticas parentais de cuidado via satisfação parental, sugerindo que mais suporte coparental está associado a maior satisfação parental do pai, o que por sua vez leva a mais práticas de cuidado do pai. Verificaram-se, ainda, efeitos diretos significativos entre a sabotagem e o suporte coparental e os stressores parentais e falta de controlo, assim como da sabotagem coparental nas práticas parentais de cuidado. Estes resultados contribuem para a discussão sobre o papel do pai, salientando a importância da coparentalidade no exercício da paternidade.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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