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    <title>Repositório Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-20T05:34:27Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36487">
    <title>Oportunidades e desafios da utilização da inteligência artificial generativa no ensino universitário</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36487</link>
    <description>Título próprio: Oportunidades e desafios da utilização da inteligência artificial generativa no ensino universitário
Autoria: Lopes, A. L.; ChatGPT
Editor: Pintassilgo, Sónia; Almeida, Alexandre; Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa,  Patrícia Dinis; Baldi, Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito, Helena
Resumo: A rápida adoção de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) generativa – exemplificada pelo ChatGPT, que alcançou 100 milhões de utilizadores em apenas dois meses após o lançamento, está a transformar o ensino. Através de uma reflexão conjunta entre o autor e o ChatGPT, este capítulo explora o potencial pedagógico de ferramentas de IA generativa, bem como os desafios e limitações associados ao seu uso. O capítulo inicia com uma discussão sobre como a IA generativa pode apoiar docentes na conceção e preparação de unidades curriculares, elaboração de materiais didáticos, avaliação formativa e monitorização pedagógica, assim como proporcionar apoio personalizado a estudantes através de tutores virtuais e feedback imediato. Em seguida, analisam­ ‑se os riscos das “alucinações” e imprecisões factuais produzidas por modelos generativos, a possibilidade de dependência excessiva reduzindo o&#xD;
pensamento crítico dos/as estudantes, e questões éticas emergentes – desde a integridade académica e prevenção do plágio até à privacidade dos dados e equidade de acesso. Posteriormente, reflete­ ‑se sobre o alinhamento do uso responsável da IA generativa com o modelo pedagógico do Iscte, que privilegia uma aprendizagem ativa, colaborativa e reflexiva, com feedback contínuo e foco no/a estudante e no desenvolvimento de competências transversais. Por fim, apresentam­ ‑se estratégias institucionais para integrar criticamente  estas tecnologias: formação de docentes e discentes em literacia de IA generativa, incorporação ética nos planos de ensino e adaptação das práticas de&#xD;
avaliação. Conclui­ ‑se que a IA generativa, quando utilizada de forma informada e orientada, pode constituir uma ferramenta pedagógica inovadora, potenciando a aprendizagem no ensino superior ao mesmo tempo que exige novas abordagens pedagógicas e institucionais.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36484">
    <title>Flipped learning and eduScrum in an operating systems and virtualisation course</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36484</link>
    <description>Título próprio: Flipped learning and eduScrum in an operating systems and virtualisation course
Autoria: Pereira, M. C.
Editor: Pintassilgo, Sónia; Almeida,  Alexandre; Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi, Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito, Helena
Resumo: We live in an era of digital technologies evolving rapidly and in extraordinary&#xD;
ways. Teaching a highly technological course in this era entails teaching stu‑&#xD;
dents to actively seek out, stay current, and be autonomous in their studies.&#xD;
This is already provided for in Iscte’s pedagogical model, centring on active&#xD;
learning. Keeping up to date is time‑consuming and requires good time and&#xD;
task management. Flipped learning promotes active learning, and eduScrum&#xD;
provides mechanisms for managing tasks and time productively.&#xD;
This paper details adapting those methodologies to an Operating Systems&#xD;
and Virtualisation course delivered in the first semester of the first year at&#xD;
Iscte’s Higher Education School in Sintra, Portugal, in the 2024–2025 academic&#xD;
year. This year, 95% of students completed the course criterion, with a mean of&#xD;
16 and a standard deviation 2.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36478">
    <title>Psicologia social do envelhecimento: Refletir sobre mudança social com estudantes de diferentes países</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36478</link>
    <description>Título próprio: Psicologia social do envelhecimento: Refletir sobre mudança social com estudantes de diferentes países
Autoria: Marques, S.; Montalvão, M.; Samora-Arvela, A.
Editor: Pintassilgo, Sónia; Almeida, Alexandre; Nunes, Ana Catarina; Soares,  Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi, Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito, Helena
Resumo: O presente capítulo visa refletir sobre a UC de Psicologia Social do Envelhecimento, uma UC optativa, oferecida no âmbito do Curso Institucional da&#xD;
Escola de Ciências Sociais e Humanas do Iscte, em língua inglesa. Esta é uma&#xD;
UC que ocorre no primeiro semestre do ano letivo e que acolhe estudantes&#xD;
de várias nacionalidades e áreas disciplinares, que têm em comum o inte‑&#xD;
resse em aprender mais sobre a questão da longevidade e as suas impli‑&#xD;
cações sociais. Destaca‑se a importância de formar o(a)s estudantes para&#xD;
agirem enquanto agentes de mudança social, tendo em conta uma perspe‑&#xD;
tiva intercultural e empoderadora, que segue de perto o modelo pedagógico&#xD;
do Iscte.&#xD;
Neste capítulo, para além da definição inicial mais abrangente dos fundamen‑&#xD;
tos teóricos e pedagógicos, a coordenadora da UC articula‑se com outros dois&#xD;
investigadores para descrever um exemplo prático de interação entre o ensino&#xD;
e a investigação, baseando‑se no caso concreto do projeto Greencity4aging,&#xD;
um projeto de três anos, financiado pela Fundação para a Ciência e a&#xD;
Tecnologia. Julgamos que esta reflexão pode contribuir para a discussão sobre&#xD;
as práticas de ensino na sociedade contemporânea.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/36427">
    <title>Avaliação Autêntica: Colmatando o hiato entre formação académica e prática profissional</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/36427</link>
    <description>Título próprio: Avaliação Autêntica: Colmatando o hiato entre formação académica e prática profissional
Autoria: Costa, J. M.
Editor: Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi, Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra, Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito, Helena; Pintassilgo, Sónia; Almeida, Alexandre
Resumo: Num cenário de rápida transformação social, tecnológica e económica, o ensino superior enfrenta o desafio de preparar diplomados capazes de responder com eficácia à complexidade, ambiguidade e instabilidade crescentes do mundo profissional. As abordagens tradicionais de avaliação, centradas na memorização e na reprodução de conhecimentos teóricos através de exames padronizados, revelam­ ‑se cada vez mais limitadas perante as exigências contemporâneas.&#xD;
Este capítulo explora a avaliação autêntica como uma abordagem alternativa que procura colmatar o desfasamento entre as práticas avaliativas convencionais e as competências efetivamente valorizadas no mercado de trabalho. Após uma análise crítica das limitações do modelo avaliativo tradicional, são explorados os fundamentos teóricos da avaliação autêntica, os seus princípios estruturantes e os benefícios que oferecem para a aprendizagem no ensino&#xD;
superior. Destaca­ ‑se, em particular, o seu potencial para promover o envolvimento ativo dos estudantes, através da realização de tarefas com relevância profissional clara e sentido prático, e a mobilização integrada de saberes em contextos complexos que espelham as exigências do mundo real.&#xD;
São igualmente discutidos os principais desafios da sua implementação no ensino superior, como a gestão de recursos, a escalabilidade e a adaptação dos estudantes, bem como estratégias práticas para a sua adoção progressiva em diferentes áreas do conhecimento. Conclui­ ‑se que a avaliação autêntica, apesar das exigências que impõe, representa uma via promissora para tornar as práticas pedagógicas mais relevantes, eficazes e alinhadas com as realidades profissionais que os estudantes irão enfrentar no futuro.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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