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  <title>Repositório Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-13T10:24:38Z</updated>
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    <title>Greetings in Africa – Beyond the Handshake: An essay on greeting and leave-taking rituals as communication practice in Sub-Saharan African Agrarian Societies</title>
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      <name>Schiefer, Ulrich</name>
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      <name>Carvalho, Ana Larcher</name>
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      <name>Nascimento, Alexandre Costa</name>
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    <updated>2023-01-16T16:34:56Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Greetings in Africa – Beyond the Handshake: An essay on greeting and leave-taking rituals as communication practice in Sub-Saharan African Agrarian Societies
Autoria: Schiefer, Ulrich; Carvalho, Ana Larcher; Nascimento, Alexandre Costa
Resumo: GREETINGS IN AFRICA-BEYOND THE HANDSHAKE An essay on greeting and leave-taking rituals as communication practice in Sub-Saharan African Agrarian Societies In African Agrarian Societies greeting and leave-taking rituals are an essential part of the communication processes that constitute these societies as collective entities. Through elaborate forms of greeting and leave-taking people initiate and end communication and interaction processes within a framework of collective identities and cultures. Intricate greeting rituals allow to deal with all forms of encounters, with living people as well as with the spirits of the deceased. Greeting rituals are acquired through lengthy periods of learning. Their mastery is the sign of being an adult and competent member of society. External actors from different cultures often seem to be unaware of the subtleties of these greeting rituals. They ignore them at a cost. This essay provides some insights into the inner workings of African societies concerning the framing of most of their internal and external communication processes that are as vital for their lifeworlds as they are for their interaction with external actors from different spheres. Analysing the societies in a comprehensive manner as self-organising entities within an ethnic matrix clearly shows the limits of reducing greeting rituals to mere speech acts between individuals and proves that some of the fundamental assumptions of modern communication theories are not valid for African Agrarian Societies.; SAUDAÇÕES EM ÁFRICA-ALÉM DO APERTO DE MÃO Um ensaio sobre os rituais de saudação e despedida como prática de comunicação em sociedades agrárias da África Subsaariana Resumo Em Sociedades Agrárias Africanas, os rituais de saudação e despedida são uma parte essencial dos processos de comunicação que constituem essas sociedades como entidades coletivas. Por meio de formas elaboradas de saudação e despedida, as pessoas iniciam e encerram os processos de comunicação e interação dentro de uma estrutura de identidades e culturas coletivas. Complexos rituais de saudação permitem lidar com todas as formas de encontros, tanto com pessoas vivas quanto com os espíritos dos mortos. Os rituais de saudação são adquiridos por meio de longos períodos de aprendizagem. Seu domínio é o sinal de ser um adulto e membro competente da sociedade. Atores externos de diferentes culturas muitas vezes parecem não estar cientes das subtilezas desses rituais de saudação. Eles os ignoram com um custo. Este ensaio fornece algumas percepções do funcionamento interno de sociedades africanas no que diz respeito ao enquadramento dos seus processos de comunicação interna e externa. Estes que são tão importantes para as suas mundo-vivências como para as suas interacções com actores externos de diferentes áreas. A análise das sociedades de uma forma compreensiva como entidades auto-organizadas dentro de uma matriz étnica demonstra claramente os limites de reduzir rituais de saudação a meros actos de fala entre indivíduos e atesta que alguns dos pressupostos básicos das modernas teorias de comunicação não são válidas para Sociedades Agrárias Africanas. Palavras-chave: Comunicação africana; Saudação e despedida, Sociedades Agrárias Africanas, Comunicação intercultural.; SALUDOS EN ÁFRICA-MÁS ALLÁ DEL APRETÓN DE MANOS Un ensayo sobre los rituales de saludo y despedida como práctica de comunicación en las sociedades agrarias del África subsahariana En las Sociedades Agrarias Africanas, los rituales de saludo y despedida son parte esencial de los procesos de comunicación que constituyen estas sociedades como entidades colectivas. A través de elaboradas formas de saludo y despedida, las personas inician y terminan los procesos de comunicación e interacción dentro de un marco de identidades y culturas colectivas. Los complejos rituales de saludo permiten lidiar con todo tipo de encuentros, tanto con personas vivas como con espíritus de los muertos. Los rituales de saludo se adquieren a través de largos períodos de aprendizaje. Su dominio es señal de ser un miembro adulto y competente de la sociedad. Los actores externos de diferentes culturas a menudo parecen desconocer las sutilezas de estos rituales de saludo. Los ignoran a un costo. Este ensayo proporciona algunas ideas sobre el funcionamiento interno de las sociedades africanas en términos de enmarcar sus procesos de comunicación internos y externos. Estos son tan importantes por sus mundo-vivencias como por sus interacciones con actores externos de diferentes áreas. El análisis exhaustivo de las sociedades como entidades autoorganizadas dentro de una matriz étnica demuestra claramente los límites de reducir los rituales de saludo a meros actos de habla entre individuos y atestigua que algunos de los supuestos básicos de las teorías modernas de la comunicación no son válidos para las sociedades agrarias africanas.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>(A)political administration? The public manager’s portrait and selection factors</title>
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      <name>Ferraz, D.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/21590</id>
    <updated>2021-01-28T05:26:02Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: (A)political administration? The public manager’s portrait and selection factors
Autoria: Ferraz, D.
Resumo: This article addresses the issue of how political and administrative actors relate to each other, focusing on the selection of Senior Civil Servants as key actors to implement public policies. A literature review and documental analysis were carried out, and an on-line questionnaire was applied to Senior Civil Servants in managerial positions in Portugal between 2004 and 2011 (n = 964). The results show that, in all cases, the p-value was equal or less than.05 (p ≤.05). The analysis allowed us to confirm two main criteria used for the selection of Senior Civil Servants (political and professional) and their respective factors. Despite indicating that the political criterion somehow plays a role in the selection of public officials in Portugal, the study could not confirm the hypothesis that political factors are predominant when hiring senior civil servants in the country.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Planeamento de alta hospitalar: perspectivas e reflexões acerca dos protelamentos sociais em Portugal</title>
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      <name>Santo, M.</name>
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      <name>Ferreira, F.</name>
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    <updated>2020-02-04T15:08:05Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Planeamento de alta hospitalar: perspectivas e reflexões acerca dos protelamentos sociais em Portugal
Autoria: Santo, M.; Ferreira, F.
Resumo: O objetivo deste artigo é compreender e analisar o fenómeno dos protelamentos sociais em Portugal e em particular do Centro Hospitalar Lisboa Central. Material e Métodos: Mediante uma análise descritiva e interpretativa pretende-se analisar analogamente os resultados ao nível nacional e em particular dos protelamentos sociais no período de janeiro a dezembro de 2016. Para a análise dos protelamentos do CHLC foi criada uma folha de registo específica para recolha dos seguintes parâmetros: o perfil do utente, as causas do protelamento e o destino no após alta. Resultados: Os dados demonstram que a realidade dos protelamentos sociais do CHLC em muito se assemelha ao quadro nacional dos restantes hospitais do país. No ano de 2016, foram registados 171 doentes com alta protelada por razões sociais, representando 4,2% dos doentes que originaram episódio social de internamento. No total, permaneceram nesta situação durante 4080 dias perfazendo uma média de 23,8 dias. Discussão: Embora a intervenção atempada, organizada e eficaz do assistente social seja determinante para a efetivação da alta hospitalar, existem um conjunto de causas internas e externas que poderão impedir que a alta clinica seja coincidente com a alta social e consequentemente evitar os protelamentos sociais.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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