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  <title>Repositório Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-04T21:07:10Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T21:07:10Z</dc:date>
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    <title>Textos canónicos e cultura popular: A pomba e a serpente</title>
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      <name>Silva, F. V. da.</name>
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    <updated>2023-07-03T11:56:25Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Textos canónicos e cultura popular: A pomba e a serpente
Autoria: Silva, F. V. da.
Resumo: Este ensaio aborda a relação entre textos canónicos cristãos e as suas reela-&#xD;
borações na tradição popular. Especificamente, examina o facto de a arte sacra&#xD;
ter representado durante séculos o Espírito Santo impregnando a Virgem Maria&#xD;
sob a aparência de uma pomba apesar de nenhum evangelista mencionar a dita&#xD;
ave neste contexto. Patentemente, isto ilustra o entendimento popular de textos&#xD;
bíblicos em termos que ultrapassam a letra destes. Este ensaio argumenta, por&#xD;
um lado, que os elementos acrescentados abrem pistas relativamente ao quadro&#xD;
mental da cultura popular europeia. Sugere também, por outro lado, que a&#xD;
confrontação entre tradições populares e textos canónicos permite vislumbrar&#xD;
aspectos da arquitectura simbólica destes. Com efeito os textos canónicos provêm&#xD;
eles próprios de antigas tradições orais e, como se verá, são-lhes subjacentes&#xD;
noções e processos analógicos similares aos que deparamos na cultura popular&#xD;
europeia. Deste ponto de vista, examinar os textos canónicos à luz da cultura&#xD;
popular permite restituir ao entendimento dos textos elementos tradicionais que&#xD;
as Escrituras relegaram ao modo implícito.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Um pequeno enigma em clave de incesto</title>
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      <name>Vaz da Silva, Francisco</name>
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    <updated>2020-01-11T02:41:39Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Um pequeno enigma em clave de incesto
Autoria: Vaz da Silva, Francisco</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Capuchinho vermelho II: quadro sazonal e simbolismo cíclico</title>
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      <name>Vaz da Silva, Francisco</name>
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    <updated>2020-01-10T04:10:29Z</updated>
    <published>1997-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Capuchinho vermelho II: quadro sazonal e simbolismo cíclico
Autoria: Vaz da Silva, Francisco
Resumo: O presente artigo explora indícios duma dimensão sazonal, associada a concepções cíclicas de regeneração, na tradição do conto AT 333. Uma leitura conjunta de textos de índole diversa — incluíndo clássicos latinos e etnografias modernas — propõe-se estabelecer, numa perspectiva de “longa duração”, a presença de representações simbólicas relativas a períodos particulares do ciclo anual, assim como sugerir a relevância destas representações para uma interpretação global do tema Capuchinho Vermelho que propicia a integração do estudo num quadro comparativo intercultural.</summary>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Capuchinho vermelho I: Perrault e a tradição oral</title>
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      <name>Vaz da Silva, Francisco</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/19292</id>
    <updated>2020-01-10T04:10:13Z</updated>
    <published>1996-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Capuchinho vermelho I: Perrault e a tradição oral
Autoria: Vaz da Silva, Francisco
Resumo: Este artigo examina a relação entre Le Petit Chaperon Rouge de Perrault e a tradição oral do Capuchinho Vermelho. O nosso ponto de partida é a afirmação de Paul Delarue de que Perrault ficou próximo da tradição oral do conto AaTh 333, mesmo tendo omitido detalhes cruciais a acrescentado outros pouco importantes. Esta análise pretende mostrar que as "omissões" e "adições" feitas por Perrault são de facto transformações temáticas perante as quais o especialista seguiu cuidadosamente o sentido dos motivos tradicionais no próprio acto de os modificar. A comparação entre o texto literário do séc. XVII e as variantes orais recolhidas por folcloristas modernos revela, de facto, que a hábil manipulação de símbols feita por Perrault se relacionava com uma estranha história de incesto em tons de sangue feminino, centradas num duplo acto de devoração num registo "anti-baptismal", e pensou em termos de apetitte lupino. A revelação deste universo semântico em Le Petit Chaperon Rouge convida a que se leia o texto de Perrault como uma transformação legítima dentro do quadro conceptual dum tema singular constantemente recriado através da diversidade de narrativas tradicionais que — como podemos ver — não podem ser reduzidas ao universo das narrativas orais.</summary>
    <dc:date>1996-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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