<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/548" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10071/548</id>
  <updated>2026-04-13T06:36:01Z</updated>
  <dc:date>2026-04-13T06:36:01Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Máquinas nos campos: uma visão museológica</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/2147" />
    <author>
      <name>Branco, Jorge Freitas</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/2147</id>
    <updated>2011-03-16T10:04:40Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Máquinas nos campos: uma visão museológica
Autoria: Branco, Jorge Freitas
Resumo: Neste estudo equaciona-se a lavoura mecânica do ponto de vista museológico. Dá-se resposta positiva à viabilidade da criação de uma unidade dedicada a esta temática, designada Museu da Lavoura Mecânica (MLM). O conteúdo incide sobre o processo de mecanização e posterior motorização da agricultura. Desenvolve-se uma vai expositiva centrada na visão nativa da máquina. Foram realçadas as atitudes de fascínio e de repulsa, que geraram uma dinâmica transformadora da sociedade alentejana desde o início do século XX até ao presente. Em termos culturais, a lavoura mecânica equivale a uma segunda introdução de artefactualidade metálica. Ela destrona a madeira, o material até aí predominante na construção da maquinaria e das alfaias agrícolas. Apresentam-se as seguintes fases do planeamento museológico: revisão do coleccionismo dedicado ao tractor agrícola, constituição duma colecção, política de públicos e justificação das opções para o espaço físico do museu.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

