<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Comunidade:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/3145" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10071/3145</id>
  <updated>2026-04-13T18:28:44Z</updated>
  <dc:date>2026-04-13T18:28:44Z</dc:date>
  <entry>
    <title>«Quis saber quem sou»: Lógicas discursivas dominantes na narrativa identitária do Portugal democrático</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/35662" />
    <author>
      <name>Margato, G.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/35662</id>
    <updated>2025-11-27T13:02:43Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: «Quis saber quem sou»: Lógicas discursivas dominantes na narrativa identitária do Portugal democrático
Autoria: Margato, G.
Resumo: Aos 48 anos, qual é a relação entre a democracia portuguesa e a metanarrativa identitária nacional?&#xD;
O presente ensaio procura, a partir da análise de discursos e de uma ampla revisão bibliográfica, perceber quais as lógicas discursivas que dominam a narrativa identitária tal como ela é postulada pelas elites políticas democráticas. Neste sentido, identificamos três expedientes predominantes na&#xD;
forma como a identidade nacional tem sido pensada em democracia: reconstrução, oclusão e inserção.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Dez anos de relações luso alemãs: 1950-1968</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/15022" />
    <author>
      <name>Fonseca, A. M.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/15022</id>
    <updated>2018-01-26T02:26:11Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Dez anos de relações luso alemãs: 1950-1968
Autoria: Fonseca, A. M.
Resumo: As relações entre Portugal e a Alemanha Federal, entre 1958 e 1968, foram fortemente marcadas pela cooperação militar. Se, a princípio, as relações militares foram apenas afectadas marginalmente pelos constrangimentos políticos, no final da década de 1960 eram já esses constrangimentos que dominavam as relações luso-alemãs. Neste período, Portugal autorizou a utilização pela Força Aérea alemã de uma base aérea (Beja), que serviria para o treino dos seus pilotos, em tempo de paz, e para apoio logístico e estratégico, caso deflagrasse a guerra na Europa. Como contrapartida, Portugal obteve da RFA armamento e equipamentos militares (aviões, metralhadoras, munições, etc.) imprescindíveis para a sobrevivência militar do regime durante as guerras coloniais.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Da criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/14987" />
    <author>
      <name>Rodrigues, L. N.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/14987</id>
    <updated>2018-01-22T02:29:04Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Da criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)
Autoria: Rodrigues, L. N.
Resumo: Este artigo aborda a relação entre Portugal e a UNESCO, desde a fundação deste organismo até à adesão portuguesa em 1965. Numa primeira parte veremos como o Governo de Salazar chegou a ponderar um eventual pedido de adesão à UNESCO como compensação pelo desaire representado pelo veto soviético à participação portuguesa na ONU, e examinaremos as razões que o levaram a desistir dessa hipótese. De seguida mostraremos como a firme resistência de Lisboa a qualquer espécie de interferência externa nas suas questões ultramarinas contribuiu para retardar a adesão de Portugal à UNESCO até 1965, dez anos após o ingresso do país na ONU, e de como a eclosão da guerra colonial na África portuguesa tornou ainda mais tensos os contactos do Estado Novo com esse organismo internacional.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>A poetical critique of Aristotle: the role of cosmological poetry in Late-Renaissance Portugal</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/10576" />
    <author>
      <name>Carolino, L. M.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/10576</id>
    <updated>2019-05-15T01:07:24Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: A poetical critique of Aristotle: the role of cosmological poetry in Late-Renaissance Portugal
Autoria: Carolino, L. M.
Resumo: This paper focus on neo-Latin cosmological poetry authored by the Portuguese philosophers and physicians Francisco Sanches, Estêvão Rodrigues de Castro and Manuel Bocarro Francês. In Renaissance Europe, cosmological poetry was often perceived as a privileged means to discuss the constitution of the heaven, its structure and the interrelations of its parts. Yet, the Portuguese case presents what seems to be a particularity in European context. Aristotelian philosophical tradition was put into question all over Renaissance Europe, but in Portugal the first sharp and comprehensive criticism of Aristotelian natural philosophy emerged exclusively in poetical contours. It was due to Sanches, Rodrigues de Castro and Bocarro Francês, whose neo-Latin cosmological poems were influenced respectively by scepticism, Neo-Platonism, Lucretian atomism, and Stoic philosophy. This paper analyses these poems and interprets them as examples of Portuguese late-Renaissance philosophical poetry as well as intellectual ways of rising against the philosophical tradition and cultural hegemony put in place by Counter-Reformation movement.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

