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  <title>Repositório Coleção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10071/3142</id>
  <updated>2026-04-06T20:38:44Z</updated>
  <dc:date>2026-04-06T20:38:44Z</dc:date>
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    <title>Malária em Moçambique: políticas, provedores de cuidados, saberes e práticas de gestão da doença</title>
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      <name>Sequeira, Ana Rita</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/14733</id>
    <updated>2018-04-02T17:26:20Z</updated>
    <published>2017-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Malária em Moçambique: políticas, provedores de cuidados, saberes e práticas de gestão da doença
Autoria: Sequeira, Ana Rita
Resumo: As sociedades do distrito de Chókwè, no sul de Moçambique, caracterizam-se por uma diversidade de etnomedicinas, nomeadamente a biomedicina, a medicina tradicional e a cura espiritual. No âmbito das atividades de controlo da malária, analisaram-se os conhecimentos e práticas relacionados com a sua etiologia, o diagnóstico, a prevenção e o tratamento, de acordo com os diferentes provedores de cuidados de saúde consultados. A análise deste fenómeno foi realizada à luz de uma perspectiva interpretativa e crítica, integrando fatores de ordem económica, social, política, organizacional e cultural, que são frequentemente marginalizados na compreensão desta doença.&#xD;
 Com base numa abordagem multidisciplinar e qualitativa, concluiu-se que a construção social da enfermidade emerge não só da experiência psicossocial dos doentes e grupos sociais mas também de todas as dinâmicas que integram a vida em sociedade, em especial da teia de relações socioculturais, ideológicas, políticas e vivências, simbolismos, fluxos de informação e os múltiplos atores, que compõem a complexa arquitetura do Sistema Nacional de Saúde, em Moçambique. Recusando a “monocultura epistémica”, as histórias de vida relativas aos provedores de saúde tradicionais (curandeiros e pastores) e os discursos sobre a sua identidade evidenciam os conflitos e as tensões existentes bem como as tentativas de harmonização, cooperação e complementaridade terapêutica.&#xD;
 Do mesmo modo que o mosquito Anopheles resiste e se adapta às alterações do meio, também os conhecimentos, as práticas terapêuticas e as relações sociais respeitantes à saúde e à doença estão em constante mutação. Em ambos os casos, desconhecem-se as subsequentes modalidades e configurações.; The societies of Chókwè’s district in the south of Mozambique are characterized by a diversity of ethnomedicines, including biomedicine, traditional medicine and spiritual healing. Focusing on malaria control activities, knowledge and practices related to malaria’s etiology, diagnosis, prevention and treatment were analyzed, according to the consultation of different health care providers. The analysis of this phenomenon was based on an interpretive and critical perspective, integrating economic, social, political, organizational and cultural factors, which are often marginalized in the understanding of illnesses.&#xD;
 Based on a multidisciplinary and qualitative approach, it was concluded that diseases’ social construction emerges not only from the psychosocial experience of patients and social groups, but also from the social dynamics, especially socio-cultural, ideological and political relationships as well as experiences, symbolisms, flows of information and multiple actors that constitutes the complex architecture of the National Health System in Mozambique. Refusing the "epistemic monoculture", the traditional health care providers’ oral histories (traditional healers and pastors) and their discourses about identity illustrate the current conflicts and tensions as well as matching attempts to achieve therapeutic cooperation and complementarity. Just as the mosquito Anopheles resists and adapts to environmental changes, also the&#xD;
 knowledge, therapeutic practices and social relations relating to health and disease are constantly changing. In both cases, we are unaware of subsequent arrangements and configurations.</summary>
    <dc:date>2017-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Abrindo trilhos. Tecendo redes: reflexões e experiências de desenvolvimento local em contexto lusófono</title>
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      <name>Brito, Brígida Rocha</name>
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      <name>Pinto, Joaquim Ramos</name>
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      <name>Alarcão, Nuno</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/11098</id>
    <updated>2016-12-27T03:30:17Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Abrindo trilhos. Tecendo redes: reflexões e experiências de desenvolvimento local em contexto lusófono
Autoria: Brito, Brígida Rocha; Pinto, Joaquim Ramos; Alarcão, Nuno
Resumo: “Abrindo Trilhos. Tecendo Redes. Reflexões e Experiências de Desenvolvimento Local em contexto lusófono” analisa a problemática do desenvolvimento local. Este é um produto do Projecto de Investigação “O impacto do turismo no desenvolvimento comunitário em África: análise de experiências insulares”, resultando de uma parceria com a Universidade Autónoma de Lisboa. A ideia de editar, e assim partilhar, as reflexões contidas no livro surgiu aquando da realização do 1° Encontro de Desenvolvimento Local em São Tomé e Príncipe (organização em parceria: RoçaMundo, CEA/ISCTE-IUL, Universidade Autónoma de Lisboa, Centro de Estudos Sociais da Universidade dos Açores e Associação Internacional de Investigadores em Educação Ambiental). Trata-se de um livro temático em co-autoria, no qual são apresentadas discussões conceptuais e experiências de desenvolvimento local em curso. Numa primeira parte, “Conceitos e Enredos Metodológicos”, são analisados os principais conceitos e os critérios metodológicos da intervenção-acção no contexto do Desenvolvimento Local. Na segunda parte, “Partilha de Experiências em contexto lusófono”, são apresentados casos de desenvolvimento local em curso nos países africanos de língua portuguesa, com destaque para São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Angola. Do ponto de vista temático, o livro centra-se em três grandes áreas de intervenção que, neste caso, estão totalmente interligadas e interdependentes: o turismo; a educação; e a economia solidária. Após a conclusão do livro fica lançado um desafio a todos os que colaboraram na sua real ização, mas também a todos aqueles que contribuírem para a sua divulgação, lendo, comentando e passando a palavra: o trabalho em parceria abre trilhos, desbrava caminhos, constrói pontes e tece redes. Permite identificar novas pistas e assim abrir novos trilhos, criando oportunidades e tendo por base as pessoas. Se estes princípios não forem respeitados, o processo de desenvolvimento pode efectivar-se, mas certamente que se opera de forma distinta, percorrendo caminhos mais difíceis e morosos, e nem sempre alcançando os pressupostos inerentes à localidade. O desafio que fica lançado consiste na necessidade de dar continuidade aos caminhos até aqui abertos e às redes tecidas. Em prol do bem-estar das comunidades locais e da concretização de um Mundo mais equilibrado e, por certo, interactivo.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Turismo em meio insular africano: potencialidades, constrangimentos e impactos</title>
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      <name>Brito, Brígida Rocha</name>
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      <name>Pinto, Joaquim Ramos</name>
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      <name>Alarcão, Nuno</name>
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      <name>Duarte, Andreia</name>
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      <name>Loloum, Bastien</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/11090</id>
    <updated>2016-12-27T03:24:27Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Turismo em meio insular africano: potencialidades, constrangimentos e impactos
Autoria: Brito, Brígida Rocha; Pinto, Joaquim Ramos; Alarcão, Nuno; Duarte, Andreia; Loloum, Bastien
Resumo: “Turismo em Meio Insular Africano. Potencialidades, constrangimentos e impactos” é o resultado de um Projecto de Investigação financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), intitutlado “O impacto do Turismo no Desenvolvimento Comunitário em África: análise de experiências insulares”, que consistiu num estudo comparativo entre dois Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, sendo analisados os efeitos do turismo no desenvolvimento das populações locais, considerando-se tanto os benefícios resultantes do incremento do sector, como os efeitos perversos que resultam negativamente para a totalidade, ou parte, dos grupos comunitários. Dadas as condições geográficas e as particularidades ambientais, paisagísticas e socioculturais, o turismo tem sido considerado como uma opção estratégica para a redução da pobreza e a promoção do desenvolvimento comunitário. Contudo, o investimento no sector, a implementação dos projectos e os efeitos resultantes têm evidenciado diferenças significativas em função do caso em análise. O estudo foi enquadrado por princípios conceptuais e linhas de orientação teórica e metodológica de valorização das capacidades e das potencialidades locais, no sentimento de pertença, as redes de solidariedade locais e a auto-estima, através da adopção de atitudes proactivas com envolvimento.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A África do Sul e o Sistema-Mundo: da guerra dos Bôeres à globalização</title>
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      <name>Fonseca-Statter, Guilherme da</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/11005</id>
    <updated>2016-12-27T03:22:24Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: A África do Sul e o Sistema-Mundo: da guerra dos Bôeres à globalização
Autoria: Fonseca-Statter, Guilherme da
Resumo: A África do Sul é provavelmente o país mais representativo da lógica de funcionamento global do sistema-mundo capitalista. Aí se encontram alguns dos mais elevados índices de desigualdade social e de criminalidade violenta, bem como, em coexistência precária, alguns dos maiores índices de desenvolvimento tecnológico assim como de exclusão social, de que é exemplo uma das mais graves incidências de SIDA, com cerca de 20% da população total infectada com o vírus HIV. No mesmo contexto, ali coexistem parcelas nacionais do “centro”, da “semiperiferia”, da “periferia” e da “arena externa”. O autor parte da premissa do carácter paradigmático, ou exemplar, da evolução histórica da África do Sul (em particular ao longo do século XX) como ilustração representativa da evolução do sistema capitalista, na sua necessária vertente expansionista, de âmbito planetário e a partir das suas origens europeias. Este livro procura, numa perspectiva pouco ortodoxa, explicar o trajecto histórico da comunidade nacional Africânder e o modo como os seus dirigentes mais cosmopolitas, aproveitando uma determinada “janela de oportunidade” proporcionada pela evolução da conjuntura política internacional, prepararam a transição para a democracia não-racial e a possibilidade da criação de uma nação “arco-íris”, na feliz expressão do Arcebispo Desmond Tutu.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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