<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/1566" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10071/1566</id>
  <updated>2026-04-03T22:44:24Z</updated>
  <dc:date>2026-04-03T22:44:24Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Desafios e oportunidades da integração regional Africana com os BRICS</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/36142" />
    <author>
      <name>Almeida, E. da C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Brinco, R. N. dos S.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/36142</id>
    <updated>2026-01-27T10:17:50Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Desafios e oportunidades da integração regional Africana com os BRICS
Autoria: Almeida, E. da C.; Brinco, R. N. dos S.
Resumo: Este artigo analisa a interação entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a integração regional na África, destacando desafios e oportunidades dessa relação. A influência crescente dos BRICS, por meio de investimentos em infraestrutura e comércio, oferece possibilidades para o desenvolvimento econômico e a diversificação das economias africanas. Contudo, a dependência de capitais externos e a fragilidade institucional podem gerar vulnerabilidades ao desenvolvimento sustentável. A pesquisa, de caráter qualitativo, combinou revisão bibliográfica e entrevistas com especialistas em Relações Internacionais, permitindo analisar dinâmicas políticas e econômicas. Os resultados indicam que, com estratégias proativas voltadas à transparência, inclusão e sustentabilidade, os países africanos podem maximizar benefícios, tornando os BRICS aliados estratégicos para uma integração regional robusta.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os planos para a defesa de Portugal contra o invasor (1935-1945): Diplomacia militar em tempo de guerra</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/35888" />
    <author>
      <name>Rocha, J. S.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/35888</id>
    <updated>2026-01-12T10:12:25Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Os planos para a defesa de Portugal contra o invasor (1935-1945): Diplomacia militar em tempo de guerra
Autoria: Rocha, J. S.
Resumo: Os planos para a defesa de Portugal continental durante a Segunda Guerra Mundial refletem as perspectivas e os receios dos decisores nacionais, e permitem entender as suas motivações não declaradas na definição do rumo do País num momento especialmente complexo.&#xD;
À data do início da Segunda Guerra Mundial nenhum dos organismos militares portugueses competentes tinha ainda, pelas mais variadas razões, efetuado qualquer planeamento sério com vista à salvaguarda da integridade territorial e da soberania do país. A conjuntura internacional, despertando poucas preocupações no seio do regime instituído, tinha dado lugar a uma excessiva afetação dos recursos militares à manutenção da ordem interna relegando para segundo plano as questões relacionadas com o planeamento da defesa militar do País.&#xD;
A primeira grande alteração na percepção de potenciais ameaças militares externas acontece com a eclosão da Guerra Civil de Espanha, momento em que se desenvolvem as primeiras iniciativas no sentido de se conceberem planos para a defesa militar de Portugal. Planos que tinham sido relegados para segundo plano no período entre guerras em face da inexistência de um inimigo externo claramente definido bem como de qualquer ameaça percetível à soberania nacional.&#xD;
Até 1945 seguir-se-ão dois outros momentos relevantes, intimamente ligados ao evoluir do conflito e às circunstâncias dele derivadas, que acabaram por impulsionar uma mais intensa e assertiva actividade de planeamento de defesa em Portugal.&#xD;
&#xD;
****************************************************************************************************************************&#xD;
&#xD;
The plans for the defense of mainland Portugal during the Second World War reflect the perspectives and fears of national decision-makers and allow us to understand their unspoken motivations in defining the country's course at a particularly complex moment.&#xD;
At the start of the Second World War, none of the competent Portuguese military departments had yet, for a variety of reasons, carried out any serious planning with a view to safeguarding the country's territorial integrity and sovereignty. The international situation, arousing little concern within the instituted regime, had given way to an excessive allocation of military resources to the maintenance of internal order, relegating issues related to the planning of the country's military defense to a secondary level.&#xD;
The first major shift in the perception of potential external military threats came with the outbreak of the Spanish Civil War. It was from that moment on that the first initiatives were developed to design plans for the military defense of Portugal. Plans that had been ignored in the interwar period in the face of the absence of a clearly defined external enemy as well as any perceived threat to national sovereignty.&#xD;
Two other important moments would follow until 1945, closely linked to the evolution of the war and the circumstances arising from it, which ended up boosting a more intense and assertive defense planning activity in Portugal.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Timor 1861: As revoltas dos reinos de Lacló e Ulmera</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/35887" />
    <author>
      <name>Rocha, J. S.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/35887</id>
    <updated>2026-01-12T10:03:37Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Timor 1861: As revoltas dos reinos de Lacló e Ulmera
Autoria: Rocha, J. S.
Resumo: No essencial, na segunda metade do século XIX os direitos e modos de vida ancestrais dos Reinos tradicionais timorenses eram respeitados pelas autoridades portuguesas do território. Um território onde as práticas culturais e políticas timorenses e portuguesas coexistiam, influenciando-se e condicionando-se mutuamente, numa relação frequentemente tensa e hostil sempre que estava&#xD;
em causa a salvaguarda dos interesses próprios de cada uma das partes. Em meados do século XIX as autoridades portuguesas de Timor dispunham apenas de cerca de quatro dezenas de soldados de infantaria para a defesa militar do território. Empenhados em permanência na defesa de Díli, esses efectivos eram manifestamente insuficientes para acorrer aos conflitos que frequentemente surgiam no interior do território. Confrontado com a insuficiência de efectivos treinados e armamento para responder às afrontas à sua autoridade, o Governador do território recrutava, sempre que necessário, combatentes nas Companhias de Moradores existentes nos diversos Reinos timorenses, mas também, em muito menor número, nas colónias britânicas. Este texto descreve de forma sucinta como em 1861, com o apoio decisivo dos efectivos fornecidos pelos Reinos leais, o Governador de Timor conseguiu ter sucesso nas operações que lançou para debelar as duas primeiras e mais significativas revoltas internas contra a dominação colonial portuguesa ─ as revoltas de Lacló e Ulmera.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Managing institutional complexity through strategic agility: The internationalization journey of a Moroccan MNC</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/35777" />
    <author>
      <name>Amaral-Baptista, M.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Rottig, D.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/35777</id>
    <updated>2025-12-18T12:34:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Managing institutional complexity through strategic agility: The internationalization journey of a Moroccan MNC
Autoria: Amaral-Baptista, M.; Rottig, D.
Resumo: This study explores how emerging market multinational corporations (EMNCs) leverage strategic agility, developed at home, to manage institutional complexity when expanding abroad. We analyze the two-and-a-half-decade internationalization journey of Intelcia, a Moroccan global business process outsourcing provider, by examining core agility drivers: strategic sensitivity, leadership unity, and resource fluidity. Our key insight is that home-grown strategic agility enhances EMNCs’ ability to manage institutional complexity and market uncertainties during international expansion, thereby creating a competitive advantage. We forward a prescriptive framework detailing four strategic&#xD;
agility phases for managing institutional complexity, valuable for both EMNC leaders and international business educators.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

