<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/1186" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10071/1186</id>
  <updated>2026-04-20T05:34:25Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T05:34:25Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Qualidade nas empresas de construção, marketing ou realidade?</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/32044" />
    <author>
      <name>Torres Curado, Miguel</name>
    </author>
    <author>
      <name>Dias, Luís Alves</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/32044</id>
    <updated>2024-07-16T15:14:09Z</updated>
    <published>1995-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Qualidade nas empresas de construção, marketing ou realidade?
Autoria: Torres Curado, Miguel; Dias, Luís Alves
Resumo: This article aims to analyze the current state of implementation of quality systems in construction companies in Portugal, through a recently launched national survey. The reasons that have been motivating Portuguese construction companies to implement quality systems are evaluated, diagnosing the companies' attitude towards certification. The advantages and disadvantages of certification and the quality systems associated with them are also subject to analysis.; No presente artigo pretende-se analisar o actual estado de implantação de sistemas de qualidade nas empresas de construção em Portugal, através de inquérito nacional recentemente lançado. Avaliam-se as razões que vêm motivando as empresas de construção portuguesas a implementarem sistemas de qualidade, diagnosticando-se a atitude das empresas perante a certificação. As vantagens e desvantagens da certificação e dos sistemas de qualidade que lhes estão associados são também objecto de análise.</summary>
    <dc:date>1995-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Caracterização e modelação numérica da rugosidade de descontinuidades rochosas</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/8430" />
    <author>
      <name>Ramos, A. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Fortunato, E.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Resende, R.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Muralha, J.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/8430</id>
    <updated>2019-05-18T01:16:26Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Caracterização e modelação numérica da rugosidade de descontinuidades rochosas
Autoria: Ramos, A. L.; Fortunato, E.; Resende, R.; Muralha, J.
Resumo: As descontinuidades dos maciços rochosos influenciam o seu comportamento mecânico e hidráulico e consequentemente as obras neles construídas. Este trabalho descreve o desenvolvimento e aplicação de uma técnica de digitalização das superfícies de descontinuidades rochosas que recorre a uma mesa digitalizadora, visando contribuir para a compreensão dos mecanismos de contacto e desgaste. As superfícies numéricas obtidas são analisadas usando parâmetros geo-estatísticos que podem ser comparados com parâmetros semi-empíricos, como o JRC, permitindo quantificar a evolução da rugosidade após ensaios mecânicos de compressão ou deslizamento. Os resultados deste trabalho permitiram ainda a geração de descontinuidades que poderão ser usadas futuramente em modelos micromecânicos de partículas para simular o comportamento mecânico e hidráulico de descontinuidades.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Suburbanismo, sobre uma potencial autonomização disciplinar</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/4929" />
    <author>
      <name>Pacheco, Mónica</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/4929</id>
    <updated>2015-12-17T14:52:20Z</updated>
    <published>2013-05-14T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Suburbanismo, sobre uma potencial autonomização disciplinar
Autoria: Pacheco, Mónica
Resumo: Falar do subúrbio do ponto de vista da sua produção, reprodução e consumo implica olhar para o seu significado em termos de representação. O termo não tem um significado autónomo e a sua ambiguidade assenta no seu carácter marginal, periférico, mas também no paradoxo que corporifica: simultaneamente uma fuga à cidade e um fantasma desta, autodestrutivo, que é preciso transformar. Esta ambiguidade fez também com que, desde sempre, os arquitetos procurassem urbanizar o suburbano, ou suburbanizar a cidade. Isto reflete a ausência de autonomia do subúrbio enquanto corpo de investigação, bem como a inexistência de um discurso sobre o suburbano com referenciais próprios, que não os da prática tradicional do urbanismo. Ao continuarmos a pensar o subúrbio como um mal a eliminar, arriscamo-nos a nunca nos envolver com as suas verdadeiras questões, a tentar mascarar o suburbano de urbano, a continuar a negar a sua natureza distinta. Descobrir o suburbanismo como disciplina, e o subúrbio como projeto é o grande desafio do arquiteto contemporâneo.</summary>
    <dc:date>2013-05-14T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Tensões e rupturas: o Teatro Municipal de Faro, o Solar da Horata do Ourives e a Casa das Figuras: intervenções em proximidade</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/2363" />
    <author>
      <name>Almeida, Rogério Paulo Vieira de</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/2363</id>
    <updated>2015-12-17T14:52:52Z</updated>
    <published>2006-03-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Tensões e rupturas: o Teatro Municipal de Faro, o Solar da Horata do Ourives e a Casa das Figuras: intervenções em proximidade
Autoria: Almeida, Rogério Paulo Vieira de
Resumo: A iniciativa Faro Capital Nacional da Cultura em 2005 trouxe três intervenções na antiga Horta do Ourives: a reabilitação do Solar e da Casa das Figuras e a construção do novo Teatro Municipal. Este último tornou-se no projecto de maior visibilidade.  As três intervenções decorreram em paralelo sem um plano de conjunto.  Numa área onde o sistema viário e as diversidade das construções levaram à desagregação urbana, a ausência de um estudo de conjunto fragilizou as duas casas setecentistas. O Teatro segue a lógica da transformação em fragmentos que caracteriza a envolvente, criando um nova centralidade cultural.  No final a continuidade urbana permanece ausente e sem indícios de articulação entre três  construções.</summary>
    <dc:date>2006-03-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

