Das intersecções formais às distensões funcionais: Operações urbanas e a financeirização na periferia do capitalismo
| dc.contributor.author | Neto, Paulo Nascimento | |
| dc.contributor.author | Moreira, Tomás | |
| dc.date.accessioned | 2022-07-19T15:31:22Z | |
| dc.date.available | 2022-07-19T15:31:22Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description.abstract | A financeirização tem sido intensamente discutida ao longo das últimas décadas, a partir de diversas áreas do conhecimento e desde diferentes prismas epistemológicos. Para o campo de estudos urbanos, as discussões apontam para um conjunto de reflexões sobre a transformação das políticas urbanas, com crescente dominância de atores financeiros, práticas e narrativas de mercado. Neste contexto, instrumentos de financeirização são, por vezes, implementados em contextos não financeirizados, sobretudo em países da periferia do capitalismo. Dentre estes instrumentos, a Operação Urbana Consorciada (OUC) se destaca no caso brasileiro, sobretudo a partir da utilização conjunta de CEPACs, títulos mobiliários que possibilitam a comercialização de direitos adicionais de construção diretamente na Bolsa de Valores. A despeito de um conhecimento mais alargado das OUCs em São Paulo e Rio de Janeiro, pouco se estudou até o momento sobre a OUC Linha Verde. Em curso há dez anos no município de Curitiba, esta figura como caso de referência a ser investigado. Em que medida a incorporação de um mecanismo altamente financeirizado de captação de recursos contribuiu para a transformação urbana pretendida? Os resultados obtidos apontam para uma tentativa falha de incorporação no cenário local de planejamento urbano, a partir do qual tensiona-se as facetas pouco abordadas do truncado processo de financeirização das políticas urbanas no Brasil. | por |
| dc.description.version | publicada | por |
| dc.identifier.citation | Neto, P. N., & Moreira, T. A. (2022). Das intersecções formais às distensões funcionais: Operações urbanas e a financeirização na periferia do capitalismo. CIDADES, Comunidades e Territórios, (44), 133–153. https://doi.org/10.15847/cct.25700 | por |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.15847/cct.25700 | por |
| dc.identifier.issn | 2182-3030 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10071/25888 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.number | 44 | por |
| dc.pagination | 133–153 | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | DINÂMIA'CET-Iscte | por |
| dc.relation | UIDB/03127/2020 | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | Financeirização | por |
| dc.subject | Operação urbana consorciada | por |
| dc.subject | Curitiba | por |
| dc.subject | CEPAC | por |
| dc.subject | Grandes projetos urbanos | por |
| dc.title | Das intersecções formais às distensões funcionais: Operações urbanas e a financeirização na periferia do capitalismo | por |
| dc.type | article | |
| dspace.entity.type | Publication | en |
| iscte.journal | CIDADES, Comunidades e Territórios | por |
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