Modos de pensar e construir os cemitérios públicos oitocentistas em Lisboa: O caso do Cemitério dos Prazeres

dc.contributor.authorAndré, P.
dc.date.accessioned2023-07-03T10:41:37Z
dc.date.available2023-07-03T10:41:37Z
dc.date.issued2006
dc.date.updated2023-07-03T11:42:05Z
dc.description.abstractUm cemitério é uma segunda cidade. Em Lisboa os Cemitérios Públicos Oitocentistas, foram pensados e delineados por razões higienistas, como um espaço funcional e regular, com centralidades e periferias em tudo semelhantes à morfologia urbana da cidade. Na encenação romântica do espaço cemiterial, feita através da construção de jazigos assumidos como monumentos, coube à arquitectura historicista o papel principal, tornando-se o cemitério num catálogo vivo de estilos arquitectónicos e palco da imagem da morte.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.citationAndré, P. (2006). Modos de pensar e construir os cemitérios públicos oitocentistas em Lisboa: O caso do Cemitério dos Prazeres. Revista de História da Arte (2), 66-105. http://hdl.handle.net/10362/12450
dc.identifier.issn1646-1762
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/28854
dc.language.isopor
dc.number2
dc.pagination66 - 105
dc.peerreviewedyes
dc.publisherInstituto de História da Arte, FCSH/NOVA
dc.rightsopen access
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Humanidades::Outras Humanidadespor
dc.titleModos de pensar e construir os cemitérios públicos oitocentistas em Lisboa: O caso do Cemitério dos Prazerespor
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-96317
iscte.journalRevista de História da Arte
iscte.subject.odsCidades e comunidades sustentáveispor

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