A flexibilidade laboral como prática de gestão

dc.contributor.authorDionísio, A.
dc.contributor.authorSampaio, M.
dc.contributor.authorCosta, R.
dc.date.accessioned2022-05-12T11:16:26Z
dc.date.available2022-05-12T11:16:26Z
dc.date.issued2017
dc.date.updated2022-05-12T12:15:49Z
dc.description.abstractO aprofundamento das questões relacionadas com a flexibilidade laboral no domínio da gestão recursos humanos tem sido um tema alvo de inúmera reflexão no campo académico e de pesquisa. Perante o contexto competitivo e dinâmico da envolvente empresarial contemporânea, as organizações procuram encontrar novas soluções que lhes possibilitem criar valor, seja pela introdução de alterações estruturais, seja pela incorporação de estratégias operacionais ou inclusive a partir da criação de novos modelos de gestão assentes num capital humano flexível, diversificado e inovador. O estudo que aqui se apresenta tem como objetivo analisar a relação das práticas de flexibilidade laboral em contextos de elevada imprevisibilidade e competitividade, percebendo a eventual necessidade das organizações em construírem dinâmicas assentes na potencialização das competências dos colaboradores e na própria capacidade das mesmas em conseguir diversificar os seus conhecimentos e as suas atividades em novas formas de aprendizagem.. Por outro lado, a flexibilidade aparece como uma necessidade Assumindo-se que os processos adotam novas práticas de trabalho como a flexibilidade laboral ou a polivalência nas funções, será que promovem o desenvolvimento das competências dos colaboradores? Como reagem estes à mudança?. Os resultados demonstraram que a flexibilidade laboral tem uma relação positiva no desenvolvimento das competências dos colaboradores, ainda que se verifique alguma diferença entre esta prática e a expetativa quanto ao desempenho esperado. Neste sentido, a flexibilidade pôde ser considerada como uma das estratégias privilegiadas das organizações por possibilitar a redução dos níveis de divisão e fragmentação do trabalho, ao mesmo tempo que permite desenvolver as tarefas multidisciplinares e a polivalência do colaborador. Embora se constate alguma resistência à adoção das novas práticas pelos colaboradores, muito influenciada por processos como a acumulação de funções, é nesse ambiente que surge um novo perfil de colaborador capaz de executar diferentes tarefas, de pensar, de inovar e planear estrategicamente.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/submittedVersion
dc.event.date2017
dc.event.locationFaropor
dc.event.typeConferênciapt
dc.identifier.isbn978-989-8859-36-5
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/25329
dc.journalVIII PostGraduate Conference Management, Hospitality & Tourism (ESGHT 2017), Book of Abstracts
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UID%2FGES%2F00315%2F2013/PT
dc.rightsopen access
dc.subjectFlexibilidade laboralpor
dc.subjectAprendizagempor
dc.subjectCompetênciaspor
dc.subjectMudançapor
dc.titleA flexibilidade laboral como prática de gestãopor
dc.typeconferenceObject
degois.publication.locationFaropor
degois.publication.titleA flexibilidade laboral como prática de gestãopor
dspace.entity.typePublicationen
iscte.identifier.cienciahttps://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-66351

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